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                                <title><![CDATA[Blog dothNews]]></title>
                    
                                <subtitle>Feed de notícias do Blog dothNews</subtitle>
                                                    <updated>2026-08-18T18:56:07+00:00</updated>
                        <entry>
            <title><![CDATA[Perfil do Jornalista Brasileiro: o que os dados da pesquisa mostraram]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/28/perfil-do-jornalista-brasileiro-o-que-os-dados-da-pesquisa-mostraram.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fc2bb-3d2b-706e-8a1c-ff485f0277df</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes, Shiguenori Júnior]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Os resultados da pesquisa Perfil do Jornalista Brasileiro 2021 já saíram: perfil demográfico mudou pouco, exceto pelo avanço de jornalistas negros (23% para 30%), enquanto condições de trabalho e saúde mental pioraram de forma consistente.]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p><a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/08/27/pesquisa-quer-mapear-o-perfil-do-jornalista-brasileiro.html">Em 2021 noticiamos aqui o lan&ccedil;amento da pesquisa Perfil do Jornalista Brasileiro</a>, um levantamento nacional que buscava atualizar o retrato da profiss&atilde;o feito em 2012. Os resultados sa&iacute;ram progressivamente desde ent&atilde;o &mdash; o relat&oacute;rio nacional em 2022, e os &uacute;ltimos relat&oacute;rios regionais s&oacute; foram fechados agora, no final de 2025. Com todos os dados consolidados, vale voltar ao tema e ver o que, de fato, mudou na &uacute;ltima d&eacute;cada.</p>
<h2>Os n&uacute;meros da pesquisa</h2>
<p>A pesquisa "Perfil do Jornalista Brasileiro 2021", coordenada pela UFSC em parceria com a Rede de Estudos sobre Trabalho e Identidade dos Jornalistas (RETIJ/SBPJor), coletou 7.029 respostas entre agosto e outubro de 2021. Ap&oacute;s etapa de saneamento dos dados, 6.650 foram consideradas v&aacute;lidas &mdash; 6.594 de todas as unidades da federa&ccedil;&atilde;o e 56 de jornalistas atuando no exterior. &Eacute; a segunda edi&ccedil;&atilde;o do estudo, a primeira desde 2012, quando 2.731 respostas formaram a base de compara&ccedil;&atilde;o.</p>
<h2>O perfil demogr&aacute;fico mudou pouco &mdash; com uma exce&ccedil;&atilde;o importante</h2>
<p>Assim como em 2012, o jornalista brasileiro t&iacute;pico continua sendo mulher (58%), branca (68,4%), solteira (53%) e com at&eacute; 40 anos. A principal mudan&ccedil;a estrutural foi na composi&ccedil;&atilde;o racial da categoria: jornalistas negros passaram de 23% em 2012 para 30% em 2021, um avan&ccedil;o de sete pontos percentuais que pesquisadores associam &agrave; combina&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de cotas nas universidades, a&ccedil;&otilde;es por diversidade no mercado e maior autoidentifica&ccedil;&atilde;o impulsionada pelas discuss&otilde;es antirracistas da &uacute;ltima d&eacute;cada. J&aacute; a presen&ccedil;a de jornalistas ind&iacute;genas segue praticamente est&aacute;vel, em 0,4% &mdash; o mesmo percentual do levantamento anterior.</p>
<figure><img src="https://cdnblog.dothnews.com.br/Folder/2026/08/7d85b7ee-a0a9-410a-aede-8ad4f99c0e17/pesquisa-que-mapeia-o-perfil-do-jornalista-brasileiro-genero.png" alt="Gr&aacute;fico de barras comparando o percentual de mulheres e homens jornalistas no Brasil entre 2012 e 2021">
<figcaption>Composi&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nero de jornalistas brasileiros: 2012 vs. 2021. Fonte: Perfil do Jornalista Brasileiro (UFSC/SBPJor).</figcaption>
</figure>
<h2>O dado que mais preocupa: sa&uacute;de e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho</h2>
<p>Se o perfil demogr&aacute;fico mudou pouco, as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho pioraram de forma consistente. A pesquisa mostrou que 66,2% dos jornalistas se sentem estressados no trabalho, e 34,1% j&aacute; foram diagnosticados clinicamente com estresse. Os dados refor&ccedil;am um quadro de precariza&ccedil;&atilde;o crescente da profiss&atilde;o, tema que j&aacute; discutimos aqui em rela&ccedil;&atilde;o ao <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/01/27/cresce-a-violencia-contra-jornalistas-no-brasil-em-2020.html">aumento da viol&ecirc;ncia contra jornalistas no pa&iacute;s</a> &mdash; outro indicador que aponta na mesma dire&ccedil;&atilde;o de deteriora&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es em que a profiss&atilde;o &eacute; exercida.</p>
<h2>Por que esses dados importam para quem administra um portal</h2>
<p>Para al&eacute;m do interesse acad&ecirc;mico, esses n&uacute;meros t&ecirc;m aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica direta para quem gerencia uma reda&ccedil;&atilde;o:</p>
<ul>
<li><strong>Reten&ccedil;&atilde;o de talento.</strong> N&iacute;veis altos de estresse cl&iacute;nico apontam para um risco real de rotatividade e afastamento &mdash; vale revisar carga de trabalho e prazos antes que isso vire desligamento.</li>
<li><strong>Diversidade como vantagem editorial, n&atilde;o s&oacute; social.</strong> O avan&ccedil;o na representa&ccedil;&atilde;o de jornalistas negros amplia o repert&oacute;rio de fontes, pautas e olhares que uma reda&ccedil;&atilde;o consegue cobrir &mdash; especialmente relevante para portais regionais que cobrem comunidades diversas.</li>
<li><strong>Benchmark para pol&iacute;ticas internas.</strong> Ter esses n&uacute;meros como refer&ecirc;ncia nacional ajuda a avaliar se a realidade da pr&oacute;pria reda&ccedil;&atilde;o est&aacute; alinhada, melhor ou pior do que a m&eacute;dia do setor.</li>
</ul>
<h2>O que fica de li&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>A pesquisa confirma uma tens&atilde;o que j&aacute; era percept&iacute;vel no dia a dia das reda&ccedil;&otilde;es: a profiss&atilde;o diversificou sua composi&ccedil;&atilde;o racial, mas n&atilde;o conseguiu reverter a piora nas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. Para quem gerencia equipe editorial, os dois lados desse retrato merecem aten&ccedil;&atilde;o igual &mdash; ampliar a diversidade sem cuidar da sa&uacute;de da equipe tende a criar exatamente o tipo de rotatividade que mais prejudica a consist&ecirc;ncia de um portal de not&iacute;cias no longo prazo.</p>
<hr>
<p><em>Quer trocar ideias sobre gest&atilde;o de reda&ccedil;&atilde;o e ferramentas para o dia a dia da equipe editorial? <a href="https://www.dothnews.com.br">Fale com a equipe do dothNews</a>.</em></p>]]></content>
                                    <published>2026-08-28T16:57:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-03T13:05:56+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[IA na redação: onde ajuda e onde compromete a credibilidade do veículo]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/26/ia-na-redacao-onde-ajuda-e-onde-compromete-a-credibilidade-do-veiculo.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fbe87-3cb6-709f-af80-0627ed63b855</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Mais da metade dos jornalistas brasileiros já usa IA no trabalho, mas a confiança nas notícias está no menor nível já registrado. O que separa o uso que funciona dos incidentes reputacionais que já aconteceram em 2026.]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A pergunta que dominava o debate sobre IA nas redações at&eacute; pouco tempo atr&aacute;s era "vamos usar ou n&atilde;o?". Em 2026 essa pergunta j&aacute; est&aacute; respondida: pesquisa da ESPM em parceria com o boletim Jornalistas&amp;Cia mostra que mais da metade dos jornalistas brasileiros usa ferramentas de IA em alguma etapa do trabalho, sobretudo em reda&ccedil;&atilde;o, apura&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o. A pergunta que importa agora &eacute; outra: como usar sem comprometer a credibilidade do ve&iacute;culo &mdash; justo no momento em que essa credibilidade est&aacute; mais fr&aacute;gil do que nunca.</p>

<h2>O pano de fundo: confian&ccedil;a em queda livre</h2>
<p>O Digital News Report 2026 registrou o menor n&iacute;vel de confian&ccedil;a nas not&iacute;cias desde o in&iacute;cio da s&eacute;rie hist&oacute;rica do relat&oacute;rio: 37%. N&atilde;o &eacute; um problema causado pela IA, mas &eacute; o cen&aacute;rio em que qualquer erro relacionado a IA generativa cai com muito mais peso do que cairia h&aacute; alguns anos.</p>

<h2>Quando d&aacute; errado: dois casos recentes</h2>
<p>O jornal alem&atilde;o Tagesspiegel enfrentou repercuss&atilde;o negativa depois que se descobriu o uso n&atilde;o revelado de IA para gerar artigos de opini&atilde;o &mdash; quebrando a premissa que o pr&oacute;prio Digital News Report 2026 cita como padr&atilde;o esperado: "humano no controle", em que a ferramenta apoia o processo mas n&atilde;o assume o n&uacute;cleo do trabalho editorial sem transpar&ecirc;ncia.</p>
<p>No Brasil, ve&iacute;culos como Terra e Giro10 passaram por epis&oacute;dios de uso de fontes fabricadas por IA em mat&eacute;rias, gerando debate sobre &eacute;tica jornal&iacute;stica e refor&ccedil;ando o alerta de entidades da categoria: aceitar IA generativa sem crit&eacute;rio entra em conflito direto com princ&iacute;pios b&aacute;sicos da profiss&atilde;o, como checagem independente e responsabilidade social pela informa&ccedil;&atilde;o divulgada.</p>
<p>Fora do jornalismo tradicional, uma apura&ccedil;&atilde;o da Aos Fatos em 2026 identificou perfis no TikTok usando IA para criar falsos telejornais, com apresentadores sint&eacute;ticos e not&iacute;cias inventadas, imitando visualmente emissoras reais e acumulando milh&otilde;es de visualiza&ccedil;&otilde;es &mdash; um lembrete de que o problema n&atilde;o &eacute; s&oacute; o que a pr&oacute;pria reda&ccedil;&atilde;o faz com IA, mas tamb&eacute;m o que outros fazem se passando por ve&iacute;culos de not&iacute;cia.</p>

<h2>Os tr&ecirc;s tipos de risco, segundo especialistas</h2>
<p>Em mesa-redonda promovida pelo Knight Center for Journalism in the Americas em mar&ccedil;o de 2026, jornalistas de diferentes pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina resumiram os riscos do uso de IA em tr&ecirc;s categorias:</p>
<ul>
<li><strong>Riscos editoriais.</strong> Alucina&ccedil;&otilde;es e erros de informa&ccedil;&atilde;o que os modelos &agrave;s vezes produzem sem aviso.</li>
<li><strong>Riscos legais.</strong> Alimentar modelos de IA com informa&ccedil;&otilde;es confidenciais, sigilosas ou protegidas por direitos autorais.</li>
<li><strong>Riscos de comunidade.</strong> Reprodu&ccedil;&atilde;o de vieses e esteres&oacute;tipos herdados dos dados de treinamento, muitas vezes com crit&eacute;rios do Norte Global mal ajustados a contextos locais.</li>
</ul>
<p>Uma pesquisa da Thomson Reuters Foundation com jornalistas do Sul Global, ainda de 2024, j&aacute; apontava o tamanho do descompasso: 81% dos jornalistas pesquisados j&aacute; usavam IA, mas apenas 13% trabalhavam em redações com pol&iacute;ticas formais estabelecidas para esse uso.</p>

<h2>O que est&aacute; funcionando: transpar&ecirc;ncia em vez de terceiriza&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>Um caso relatado por pesquisa da Reglab sobre reda&ccedil;&otilde;es brasileiras ilustra bem o ajuste de rota que muitos ve&iacute;culos t&ecirc;m feito: uma reda&ccedil;&atilde;o que testou coautoria expl&iacute;cita entre jornalista e uma IA interna (assinando mat&eacute;rias em conjunto) acabou descontinuando essa pr&aacute;tica depois de perceber inseguran&ccedil;a da pr&oacute;pria equipe quanto ao impacto na credibilidade. A ferramenta passou a ser tratada como recurso interno de apoio &mdash; nunca como autora &mdash; o que reduziu o desconforto sem abrir m&atilde;o dos ganhos de produtividade em tarefas como an&aacute;lise de planilhas extensas e padroniza&ccedil;&atilde;o de estilo conforme o manual de reda&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Tamb&eacute;m t&ecirc;m surgido fun&ccedil;&otilde;es dedicadas a mediar essa rela&ccedil;&atilde;o entre tecnologia e jornalismo: o Financial Times criou o cargo de editora de IA em 2023; o New York Times mant&eacute;m equipe voltada a ferramentas de aprendizado de m&aacute;quina aplicadas a busca e organiza&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do; e no Brasil o UOL j&aacute; conta com um editor especializado em IA.</p>

<h2>Boas pr&aacute;ticas para redações menores</h2>
<ul>
<li><strong>Defina por escrito o que a IA pode e n&atilde;o pode fazer.</strong> Redação sem política formal &eacute; a exce&ccedil;&atilde;o perigosa que a pesquisa da Thomson Reuters identificou &mdash; e &eacute; exatamente o vazio que costuma preceder um incidente p&uacute;blico.</li>
<li><strong>Trate IA como ferramenta, n&atilde;o como autora.</strong> O caso da coassinatura descontinuada mostra que dar cr&eacute;dito de autoria a uma IA tende a gerar mais desconforto do que benef&iacute;cio, mesmo quando o uso em si &eacute; leg&iacute;timo.</li>
<li><strong>Mantenha checagem humana obrigat&oacute;ria antes da publica&ccedil;&atilde;o.</strong> Alucina&ccedil;&otilde;es n&atilde;o avisam que s&atilde;o alucina&ccedil;&otilde;es &mdash; a revis&atilde;o editorial &eacute; a &uacute;nica barreira confi&aacute;vel.</li>
<li><strong>Nunca alimente modelos com dados sigilosos de fontes ou apura&ccedil;&atilde;o em andamento.</strong> O risco legal apontado pelos especialistas do Knight Center vale tanto para ferramentas gratuitas quanto pagas, se os termos de uso permitirem reten&ccedil;&atilde;o de dados.</li>
<li><strong>Seja transparente quando IA for usada de forma substancial.</strong> O caso Tagesspiegel mostra o custo reputacional de n&atilde;o avisar; divulgar o uso costuma custar bem menos do que esconder.</li>
</ul>

<h2>O que fica de li&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>A IA j&aacute; deixou de ser novidade nas reda&ccedil;&otilde;es &mdash; virou rotina. O que ainda separa os casos bem-sucedidos dos incidentes reputacionais &eacute; simples de enunciar e dif&iacute;cil de sustentar no dia a dia: pol&iacute;tica clara de uso, revis&atilde;o humana sem exce&ccedil;&atilde;o, e transpar&ecirc;ncia com o leitor quando a ferramenta participa de forma relevante do processo. Continua valendo o princ&iacute;pio que j&aacute; discutimos sobre <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2020/08/31/como-o-jornalismo-pode-combater-as-fake-news.html">como o jornalismo pode combater a desinforma&ccedil;&atilde;o</a>: a credibilidade se constr&oacute;i com processo verific&aacute;vel, n&atilde;o com promessa de que "n&atilde;o vai acontecer aqui".</p>

<hr>
<p><em>Quer ajuda para estruturar uma pol&iacute;tica de uso de IA na sua reda&ccedil;&atilde;o? <a href="https://www.dothnews.com.br">Fale com a equipe do dothNews</a>.</em></p>]]></content>
                                    <published>2026-08-26T18:58:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-01T18:46:47+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Assinatura vs. anúncios: modelos híbridos que estão funcionando em portais regionais]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/25/assinatura-vs-anuncios-modelos-hibridos-que-estao-funcionando-em-portais-regionais.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fbe9d-5c97-7256-915e-6c60f579c3bd</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Com até a Meta criando assinaturas pagas para reduzir dependência de anúncios, veja os modelos híbridos — paywall poroso, branded content, produtos próprios — que estão sustentando portais regionais em 2026.]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Em maio de 2026, a Meta anunciou planos pagos para Facebook, Instagram e WhatsApp &mdash; um movimento simb&oacute;lico vindo de quem constru&iacute;u um imp&eacute;rio inteiro sobre publicidade digital. Se at&eacute; a Meta est&aacute; diversificando para reduzir depend&ecirc;ncia de an&uacute;ncios, vale a pergunta para qualquer portal regional: sua receita est&aacute; concentrada demais numa &uacute;nica fonte?</p>
<h2>Por que "assinatura vs. an&uacute;ncios" &eacute; a pergunta errada</h2>
<p>J&aacute; <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/09/23/como-ganhar-dinheiro-com-site-de-noticias.html">mostramos aqui as formas mais comuns de monetizar um site de not&iacute;cias</a>. A maioria dos portais que d&aacute; certo em 2026 n&atilde;o escolheu um lado &mdash; combinou os dois, junto com outras fontes de receita. O modelo puro de an&uacute;ncios fica cada vez mais vulner&aacute;vel a quedas de tr&aacute;fego org&acirc;nico (como discutimos no texto sobre <a href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/01/geo-como-fazer-seu-portal-aparecer-nas-respostas-da-ia-chatgpt-gemini-e-perplexity.html">como a IA generativa est&aacute; mudando a busca</a>), e o modelo puro de assinatura restringe demais o alcance de um portal regional que ainda depende de audi&ecirc;ncia ampla para se sustentar como refer&ecirc;ncia local.</p>
<h2>O modelo que mais aparece funcionando: paywall poroso</h2>
<p>Not&iacute;cias factuais do dia a dia continuam com acesso livre &mdash; &eacute; o que sustenta tr&aacute;fego, SEO e relev&acirc;ncia local. Colunas, an&aacute;lises e conte&uacute;do exclusivo entram com um limite de acessos gratuitos por m&ecirc;s. Reportagens especiais e conte&uacute;do de maior profundidade ficam reservados para assinantes pagos. Esse desenho &eacute; conhecido como <strong>paywall poroso</strong>, e &eacute; a varia&ccedil;&atilde;o de soft paywall que mais aparece dando certo, porque n&atilde;o sacrifica o alcance geral do portal &mdash; que segue sendo o que atrai anunciantes &mdash; enquanto cria um caminho real de convers&atilde;o para quem j&aacute; virou leitor fiel.</p>
<p>Vale a diferen&ccedil;a entre os tr&ecirc;s formatos mais comuns antes de escolher:</p>
<ul>
<li><strong>Hard paywall.</strong> Ningu&eacute;m l&ecirc; sem pagar. Funciona bem em nichos muito espec&iacute;ficos (financeiro, jur&iacute;dico), mal para portais regionais generalistas &mdash; mata o tr&aacute;fego que sustenta a publicidade.</li>
<li><strong>Soft paywall / poroso.</strong> N &uacute;mero limitado de mat&eacute;rias gratuitas por m&ecirc;s, com conte&uacute;do de maior valor reservado para assinantes. O mais usado por ve&iacute;culos regionais que conseguem fazer o modelo h&iacute;brido funcionar.</li>
<li><strong>H&iacute;brido por formato.</strong> A mat&eacute;ria em si &eacute; aberta, mas um material anexo &mdash; PDF para download, v&iacute;deo b&ocirc;nus, planilha de dados &mdash; fica atr&aacute;s do pagamento. &Uacute;til para conte&uacute;dos de dados e investigativos.</li>
</ul>
<h2>Onde entra a publicidade, sem virar commodity</h2>
<p>Publicidade program&aacute;tica de CPM baixo continua tendo seu lugar &mdash; &eacute; receita de base, escal&aacute;vel, que n&atilde;o depende de negocia&ccedil;&atilde;o individual. Mas depender s&oacute; dela significa competir por centavos com qualquer outro site do planeta. O que tem funcionado melhor para portais regionais &eacute; complementar com <strong>branded content</strong>: em vez de vender s&oacute; espa&ccedil;o publicit&aacute;rio, vender contexto e relacionamento com uma audi&ecirc;ncia local que o anunciante n&atilde;o consegue replicar em nenhum outro canal. Um portal regional que constr&oacute;i marca forte consegue negociar projetos de conte&uacute;do patrocinado com muito mais margem do que briga de CPM permite.</p>
<h2>Terceira perna: produtos pr&oacute;prios</h2>
<p>Al&eacute;m de assinatura e publicidade, os modelos que mais diversificam receita em 2026 incluem produtos que n&atilde;o dependem de nenhuma das duas pontas:</p>
<ul>
<li><strong>Newsletters premium</strong> com an&aacute;lises exclusivas, vendidas separadamente da assinatura geral do portal &mdash; o mesmo caminho que o <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2020/09/28/treinamento-do-facebook-para-jornalistas-orienta-sobre-assinaturas-digitais.html">pr&oacute;prio Facebook j&aacute; vinha orientando jornalistas a explorar</a> em treinamentos sobre assinaturas digitais.</li>
<li><strong>Classificados</strong> &mdash; ainda muito relevante para portais regionais, principalmente em cidades menores onde o portal de not&iacute;cias j&aacute; &eacute; refer&ecirc;ncia de confian&ccedil;a local.</li>
<li><strong>Eventos e webinars</strong> pagos, aproveitando a autoridade que o portal j&aacute; construiu no tema.</li>
<li><strong>Relat&oacute;rios t&eacute;cnicos ou dados exclusivos</strong> para o p&uacute;blico corporativo/institucional que acompanha a cobertura.</li>
</ul>
<h2>Como decidir o mix certo para o seu portal</h2>
<p>N&atilde;o existe f&oacute;rmula &uacute;nica &mdash; a escolha depende de tr&ecirc;s fatores: for&ccedil;a da marca (assinatura exige confian&ccedil;a suficiente para o leitor pagar), capacidade t&eacute;cnica (paywall, gest&atilde;o de assinantes e ad management exigem infraestrutura de CMS compat&iacute;vel) e capital de giro (um modelo de assinatura leva tempo para amadurecer e precisa de f&ocirc;lego financeiro at&eacute; a base de assinantes crescer). Antes de mudar o modelo de receita, vale medir a propor&ccedil;&atilde;o de leitores recorrentes versus visitantes novos &mdash; uma base fiel e frequente &eacute; o sinal mais forte de que existe apetite real para convers&atilde;o em assinantes.</p>
<h2>O que fica de li&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>O portal que aposta tudo numa &uacute;nica fonte de receita est&aacute; mais exposto a qualquer mudan&ccedil;a de algoritmo, de pol&iacute;tica de plataforma ou de comportamento do leitor. O padr&atilde;o que mais se repete entre quem est&aacute; indo bem em 2026 &eacute; o mesmo: manter o alcance amplo com conte&uacute;do aberto e publicidade de base, e construir em cima disso camadas de receita mais est&aacute;veis &mdash; assinatura, branded content, produtos pr&oacute;prios &mdash; que n&atilde;o dependem inteiramente do tr&aacute;fego do dia.</p>
<hr>
<p><em>Quer ajuda para estruturar um modelo de receita h&iacute;brido no seu portal? <a href="https://www.dothnews.com.br">Fale com a equipe do dothNews</a>.</em></p>]]></content>
                                    <published>2026-08-25T18:05:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-01T18:40:57+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Regulação de plataformas em 2026: o que mudou (e por que não foi o PL das Fake News)]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/19/regulacao-de-plataformas-em-2026-o-que-mudou-e-por-que-nao-foi-o-pl-das-fake-news.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fbe82-f594-70c3-835d-44f8efe94c7c</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Leandro Peralta, Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[O PL 2.630 segue parado na Câmara, mas a regulação de plataformas mudou de verdade em 2026 por outra via: decisão do STF sobre o art. 19 do Marco Civil, regulamentada pelo decreto 12.975/2026. Entenda o que muda na prática.]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Quem acompanha o tema desde que <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/12/02/pl-das-fake-news-amplia-obrigacoes-das-big-techs.html">cobrimos a proposta original do PL das Fake News, em 2021</a>, pode achar estranho, mas a atualiza&ccedil;&atilde;o mais relevante de 2026 n&atilde;o veio do Congresso. O PL 2.630/2020 segue parado na C&acirc;mara dos Deputados desde que teve a vota&ccedil;&atilde;o adiada em 2023, sem previs&atilde;o de retomada. A mudan&ccedil;a real este ano veio por outra via: o Supremo Tribunal Federal e um decreto do Poder Executivo.</p>
<h2>O que o STF decidiu</h2>
<p>Em 26 de junho de 2025, o STF declarou parcialmente inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet &mdash; a regra que, desde 2014, s&oacute; permitia responsabilizar civilmente uma plataforma por conte&uacute;do de terceiros se ela descumprisse uma ordem judicial espec&iacute;fica de remo&ccedil;&atilde;o. Na avalia&ccedil;&atilde;o da Corte, essa exig&ecirc;ncia deixou de ser suficiente para proteger direitos fundamentais diante dos riscos do ambiente digital atual.</p>
<p>O ac&oacute;rd&atilde;o s&oacute; foi publicado em novembro de 2025, e em junho de 2026 o STF ainda precisou julgar embargos de declara&ccedil;&atilde;o para ajustar detalhes da tese &mdash; entre eles, um prazo de 60 dias para que as plataformas se adequem &agrave;s novas regras de "dever de cuidado", que passam a exigir medidas preventivas cont&iacute;nuas, e n&atilde;o s&oacute; rea&ccedil;&atilde;o a ordens judiciais pontuais.</p>
<h2>O decreto que regulamentou a decis&atilde;o</h2>
<p>Em 21 de maio de 2026, o governo federal publicou o decreto 12.975/2026, que altera o decreto que j&aacute; regulamentava o Marco Civil da Internet e incorpora a tese fixada pelo STF. O texto vai al&eacute;m do que a decis&atilde;o judicial exigia explicitamente: cria uma estrutura administrativa de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, procedimentos obrigat&oacute;rios de transpar&ecirc;ncia e atribui novas compet&ecirc;ncias &agrave; <a href="https://www.gov.br/anpd/pt-br" target="_blank" rel="noopener">ANPD (Autoridade Nacional de Prote&ccedil;&atilde;o de Dados)</a> para fiscalizar o cumprimento das regras.</p>
<p>A nova regulamenta&ccedil;&atilde;o entrou em vigor em 20 de julho de 2026, com prazo curto de adequa&ccedil;&atilde;o para quem opera uma plataforma digital no Brasil.</p>
<h2>O que muda na pr&aacute;tica para as plataformas</h2>
<ul>
<li><strong>Dever de transpar&ecirc;ncia deixa de ser volunt&aacute;rio.</strong> Relat&oacute;rios peri&oacute;dicos sobre modera&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do passam a ser exig&ecirc;ncia legal, na linha do que j&aacute; existe no Digital Services Act europeu.</li>
<li><strong>Dever de cuidado ativo.</strong> N&atilde;o basta mais agir quando notificada &mdash; a plataforma precisa ter mecanismos pr&oacute;prios para reduzir riscos sistem&aacute;ticos de circula&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do il&iacute;cito.</li>
<li><strong>Papel ampliado da ANPD.</strong> A autoridade que antes cuidava principalmente de <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2020/10/06/sabe-o-que-e-a-lgpd-e-como-se-adaptar-as-novas-regras.html">prote&ccedil;&atilde;o de dados pessoais sob a LGPD</a> ganha compet&ecirc;ncias de fiscaliza&ccedil;&atilde;o sobre esse novo regime.</li>
<li><strong>Regras espec&iacute;ficas para o per&iacute;odo eleitoral.</strong> H&aacute; previs&atilde;o de que, nas elei&ccedil;&otilde;es de 2026, as plataformas sejam obrigadas a remover conte&uacute;do il&iacute;cito relacionado ao processo eleitoral de forma mais &aacute;gil.</li>
</ul>
<h2>Por que isso importa para quem administra um portal de not&iacute;cias</h2>
<p>O foco imediato da regulamenta&ccedil;&atilde;o &eacute; nas grandes plataformas &mdash; redes sociais, buscadores, servi&ccedil;os de mensageria. Mas para ve&iacute;culos de not&iacute;cias h&aacute; dois pontos de aten&ccedil;&atilde;o direta: primeiro, a forma como o conte&uacute;do jornal&iacute;stico circula e &eacute; moderado dentro dessas plataformas deve mudar &agrave; medida que elas ajustam seus pr&oacute;prios processos internos. Segundo, o pr&oacute;prio debate sobre <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2020/12/09/europa-acirra-disputa-para-plataforma-remunerar-por-noticias.html">remunera&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do jornal&iacute;stico pelas plataformas</a> &mdash; que em vers&otilde;es anteriores do PL 2630 chegou a ser tratado como projeto separado, "fatiado" do texto principal &mdash; segue sem defini&ccedil;&atilde;o e pode voltar &agrave; pauta a qualquer momento, dependendo de como a nova estrutura regulat&oacute;ria se consolidar.</p>
<h2>E o PL 2.630 em si?</h2>
<p>Formalmente, o projeto segue tramitando na C&acirc;mara, sem data marcada para retomar a vota&ccedil;&atilde;o. Na pr&aacute;tica, boa parte do que ele tentava resolver &mdash; responsabiliza&ccedil;&atilde;o de plataformas, dever de transpar&ecirc;ncia, mecanismos de modera&ccedil;&atilde;o &mdash; j&aacute; passou a valer por outra via, a decis&atilde;o do STF regulamentada pelo decreto do Executivo. Isso n&atilde;o significa que o projeto de lei perdeu relev&acirc;ncia: uma lei aprovada pelo Congresso tem estabilidade jur&iacute;dica maior do que um regime constru&iacute;do por decis&atilde;o judicial e decreto, que pode ser contestado ou alterado com mais facilidade. Mas, para quem precisa se adequar agora, o que vale hoje &eacute; o regime do decreto 12.975/2026 &mdash; n&atilde;o o texto do PL, que segue parado.</p>
<h2>O que fica de li&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>A regula&ccedil;&atilde;o de plataformas no Brasil em 2026 mudou de rota: em vez de esperar uma lei espec&iacute;fica ser aprovada, o pa&iacute;s passou a regular via interpreta&ccedil;&atilde;o judicial do Marco Civil, complementada por decreto. Para quem trabalha com not&iacute;cias e depende de distribui&ccedil;&atilde;o via redes sociais e buscadores, vale acompanhar como as pr&oacute;prias plataformas v&atilde;o adaptar suas pol&iacute;ticas de modera&ccedil;&atilde;o &mdash; essas mudan&ccedil;as tendem a afetar diretamente o alcance do conte&uacute;do jornal&iacute;stico nos pr&oacute;ximos meses.</p>
<hr>
<p><em>Quer entender como as mudan&ccedil;as na regula&ccedil;&atilde;o de plataformas podem afetar a distribui&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do do seu portal? <a href="https://www.dothnews.com.br">Fale com a equipe do dothNews</a>.</em></p>]]></content>
                                    <published>2026-08-18T13:58:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-18T18:56:07+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Grade de programação no site: como emissoras de TV e rádio organizam a programação no portal de notícias]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/14/grade-de-programacao-no-site-como-emissoras-de-tv-e-radio-organizam-a-programacao-no-portal-de-noticias.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/01a00196-bec8-73f3-91b5-ed8b14f561f3</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Cadastre cada programa com dias e horário e publique a grade de programação no site da emissora — no dothNews, CMS para portal de notícias de TV e rádio.]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Toda emissora de TV ou rádio com portal enfrenta a mesma pergunta do público: "que horas passa?". A resposta costuma virar uma página avulsa, uma imagem da grade ou um texto que alguém precisa lembrar de atualizar quando o horário muda.</p>
<p>Só que a programação não é um aviso: é o coração do veículo. Cada programa tem apresentador, identidade visual, público fiel e um arquivo de matérias que cresce todo dia. Tratar isso como texto solto joga fora audiência — e trabalho de redação.</p>

<h2>Cada programa vira um cadastro no dothNews</h2>
<p>No dothNews, <strong>Programas</strong> é um tipo de conteúdo próprio. A equipe cadastra a atração uma vez, com título, subtítulo, descrição, informações adicionais e imagens, e marca em que dias da semana ela vai ao ar, com horário de início e fim.</p>
<p>Programa que muda de horário no sábado? Basta um bloco para cada faixa: o portal entende que é a mesma atração e a coloca no lugar certo de cada dia — a mesma lógica de programação por dia e horário que já mostramos no recurso de <a href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/11/chamadas-programadas-por-dia-e-horario-no-portal-de-noticias.html">chamadas programadas</a>, agora aplicada à grade de um veículo inteiro.</p>

<h2>A grade do dia, montada pelo portal</h2>
<p>Com os programas cadastrados, o site exibe a programação do dia automaticamente, respeitando o fuso do público. O leitor que abre o portal na terça vê a grade de terça; quem quer conferir o fim de semana consulta o dia que preferir.</p>
<p>A ordem é da redação: você define a sequência de exibição e marca as atrações em destaque. Quem chega ao site encontra primeiro o que o veículo quer mostrar.</p>

<h2>O arquivo de cada programa num lugar só</h2>
<p>Cada matéria publicada pode ser vinculada a um ou mais programas. Assim, a página do programa passa a reunir tudo o que já saiu sobre ele — reportagens, entrevistas, repercussão —, e o leitor que gostou de um quadro encontra o histórico inteiro sem caçar na busca.</p>
<p>Para o veículo, isso é audiência que fica: o público chega pela grade e continua navegando pelo conteúdo do programa — reforçando o papel que <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/03/04/radios-e-sites-sao-a-forca-do-jornalismo-no-brasil.html">rádios e sites já ocupam como força do jornalismo no Brasil</a>.</p>

<h2>Publica quando estiver pronto</h2>
<p>A grade da nova temporada pode ser montada com calma. Enquanto o material está em preparação, o programa fica como rascunho e não aparece para o leitor — a redação libera tudo de uma vez, no dia da estreia.</p>

<h2>Um CMS que entende veículo de rádio e TV</h2>
<p>O dothNews é um CMS moderno para portais de notícias, e emissoras são parte grande desse público. Por isso a plataforma trata grade de programação, transmissão ao vivo e arquivo de programas como recursos nativos, e não como improviso de tema.</p>

<hr>
<p><em>Conheça o dothNews e leve a programação da sua emissora para o portal. <a href="https://www.dothnews.com.br">Fale com a equipe do dothNews</a>.</em></p>]]></content>
                                    <published>2026-08-14T18:44:11+00:00</published>
            <updated>2026-08-14T18:44:11+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Schema markup para notícias: o básico que todo portal deveria ter]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/12/schema-markup-para-noticias-o-basico-que-todo-portal-deveria-ter.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fbe75-3497-7389-9a4e-26d3ef874e9c</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[NewsArticle, headline, datePublished, author, publisher: os campos de schema markup que decidem se um portal fica elegível para Top Stories, rich results e citações em IA — e os erros mais comuns que derrubam isso.]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Dados estruturados n&atilde;o s&atilde;o novidade &mdash; o schema.org existe desde 2011. Mas em 2026 o motivo para implement&aacute;-los direito deixou de ser s&oacute; "aparecer bonito no Google" e passou a ser mais b&aacute;sico: sem o marcador certo, um portal de not&iacute;cias simplesmente n&atilde;o &eacute; considerado eleg&iacute;vel para o Google News, para o Top Stories, e cada vez mais tamb&eacute;m fica de fora do que ferramentas de IA usam para verificar a origem de uma informa&ccedil;&atilde;o antes de cit&aacute;-la.</p>
<h2>O tipo certo: NewsArticle, n&atilde;o Article gen&eacute;rico</h2>
<p>O schema.org tem uma hierarquia de tipos para conte&uacute;do textual: <code>Article</code> &eacute; o tipo gen&eacute;rico, <code>BlogPosting</code> serve para posts de blog, e <code>NewsArticle</code> &eacute; o tipo espec&iacute;fico para reportagens jornal&iacute;sticas. A diferen&ccedil;a importa porque o <code>NewsArticle</code> tem campos pr&oacute;prios &mdash; como <code>dateline</code> (local da apura&ccedil;&atilde;o) &mdash; e porque a eleg&iacute;bilidade para o Top Stories do Google depende diretamente desse tipo estar marcado corretamente, e n&atilde;o de um <code>Article</code> gen&eacute;rico.</p>
<h2>Os campos que realmente importam</h2>
<ul>
<li><strong><code>headline</code>.</strong> Precisa bater com o t&iacute;tulo vis&iacute;vel na p&aacute;gina (n&atilde;o precisa ser id&ecirc;ntico car&aacute;ctere por car&aacute;ctere, mas tem que se referir claramente ao mesmo conte&uacute;do) e evitar passar de cerca de 110 caracteres.</li>
<li><strong><code>datePublished</code> e <code>dateModified</code>.</strong> Sempre no formato ISO 8601 completo, com hor&aacute;rio e fuso &mdash; um erro comum &eacute; usar espa&ccedil;o em vez do "T" entre data e hora, ou omitir o fuso hor&aacute;rio. Isso sozinho pode derrubar uma mat&eacute;ria do &iacute;ndice de not&iacute;cias sem aviso.</li>
<li><strong><code>author</code>.</strong> Deve ser um objeto <code>Person</code> com <code>name</code> e, idealmente, uma <code>url</code> apontando para a p&aacute;gina do autor no portal &mdash; um nome solto, sem URL, &eacute; um sinal fraco de autoria e reduz a confian&ccedil;a do Google na origem do conte&uacute;do.</li>
<li><strong><code>publisher</code>.</strong> Objeto <code>Organization</code> com <code>name</code> e <code>logo</code> &mdash; o logo do publisher &eacute; obrigat&oacute;rio para eleg&iacute;bilidade ao Top Stories, especificamente no tipo <code>NewsArticle</code>.</li>
<li><strong><code>image</code>.</strong> Recomenda-se fornecer a imagem em mais de uma propor&ccedil;&atilde;o (1x1, 4x3, 16x9), o que aumenta a chance de aproveitamento em diferentes formatos de exibi&ccedil;&atilde;o do Google.</li>
</ul>
<h2>Erros comuns que derrubam a eleg&iacute;bilidade</h2>
<ul>
<li>Usar <code>Article</code> gen&eacute;rico em mat&eacute;rias jornal&iacute;sticas em vez de <code>NewsArticle</code>.</li>
<li><code>headline</code> no JSON-LD divergindo do t&iacute;tulo real da p&aacute;gina &mdash; o Google cruza os dois e trata a diverg&ecirc;ncia como sinal de inconsist&ecirc;ncia, o que pode suprimir rich results.</li>
<li>Data de publica&ccedil;&atilde;o mal formatada ou sem fuso hor&aacute;rio.</li>
<li>Autor como texto solto, sem objeto <code>Person</code> nem URL de perfil.</li>
<li>Publicar via microdata misturado com JSON-LD de forma inconsistente &mdash; o formato recomendado hoje, de forma praticamente un&acirc;nime, &eacute; JSON-LD isolado no <code>&lt;head&gt;</code>.</li>
<li>Esquecer que conte&uacute;do atr&aacute;s de paywall &mdash; mesmo parcial &mdash; precisa ser declarado explicitamente na marca&ccedil;&atilde;o, ou o Google pode tratar isso como cloaking.</li>
</ul>
<h2>Por que isso importa al&eacute;m do Google News</h2>
<p>O schema estruturado deixou de ser relevante s&oacute; para o &iacute;ndice cl&aacute;ssico de busca. Ele tamb&eacute;m &eacute; a base que ferramentas de IA generativa usam para verificar a entidade por tr&aacute;s de um conte&uacute;do antes de cit&aacute;-lo em uma resposta &mdash; o mesmo princ&iacute;pio j&aacute; discutido em nosso texto sobre <a href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/01/geo-como-fazer-seu-portal-aparecer-nas-respostas-da-ia-chatgpt-gemini-e-perplexity.html">como aparecer nas respostas de ChatGPT, Gemini e Perplexity</a>: sem sinais claros de autoria e publisher, fica mais dif&iacute;cil para qualquer sistema de IA confiar na origem da informa&ccedil;&atilde;o.</p>
<h2>Checklist r&aacute;pido antes de publicar</h2>
<ul>
<li>Tipo <code>NewsArticle</code> declarado corretamente no JSON-LD.</li>
<li><code>headline</code> consistente com o t&iacute;tulo vis&iacute;vel.</li>
<li><code>datePublished</code> e <code>dateModified</code> em ISO 8601 completo.</li>
<li><code>author</code> como objeto <code>Person</code> com URL de perfil.</li>
<li><code>publisher</code> com <code>logo</code> preenchido.</li>
<li>Valida&ccedil;&atilde;o final na ferramenta de teste de resultados avan&ccedil;ados do Google antes de publicar em produ&ccedil;&atilde;o.</li>
</ul>
<h2>O que fica de li&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>Schema markup n&atilde;o &eacute; fator de ranqueamento direto &mdash; o Google &eacute; claro sobre isso. Mas &eacute; o que destrava eleg&iacute;bilidade para Top Stories, rich results e, cada vez mais, cita&ccedil;&otilde;es em respostas de IA. Para um portal de not&iacute;cias, tratar isso como detalhe t&eacute;cnico secund&aacute;rio &eacute; deixar visibilidade na mesa por um problema que, na maioria das vezes, &eacute; simples de corrigir.</p>
<hr>
<p><em>Quer revisar se o schema markup do seu portal est&aacute; correto? <a href="https://www.dothnews.com.br">Fale com a equipe do dothNews</a>.</em></p>]]></content>
                                    <published>2026-08-12T14:08:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-01T18:47:19+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Como usar imagens em portais de notícias: tamanhos, formatos e otimização]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/11/como-usar-imagens-em-portais-de-noticias-tamanhos-formatos-e-otimizacao.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019ff154-3cac-71a1-bc9b-0d617a77da94</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Leandro Peralta, Gabriel Novaes, Shiguenori Júnior]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Uma boa imagem precisa funcionar em diferentes lugares: na página da notícia, na capa do portal, em uma listagem, no celular e até em compartilhamentos. Por isso, nem sempre a mesma fotografia aparece...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Uma boa imagem precisa funcionar em diferentes lugares: na p&aacute;gina da not&iacute;cia, na capa do portal, em uma listagem, no celular e at&eacute; em compartilhamentos.</p>
<p>Por isso, nem sempre a mesma fotografia aparecer&aacute; exatamente da mesma forma em todos os espa&ccedil;os.</p>
<p>Neste guia, voc&ecirc; vai entender como escolher boas imagens, como funciona a otimiza&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica e como usar o <strong>ponto focal</strong> para conseguir melhores enquadramentos.</p>
<h2>Neste guia</h2>
<ol>
<li><a href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/11/como-usar-imagens-em-portais-de-noticias-tamanhos-formatos-e-otimizacao.html/#escolhendo-a-imagem-certa">Escolhendo a imagem certa</a></li>
<li><a href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/11/como-usar-imagens-em-portais-de-noticias-tamanhos-formatos-e-otimizacao.html/#como-as-imagens-sao-otimizadas">Como as imagens s&atilde;o otimizadas</a></li>
<li><a href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/11/como-usar-imagens-em-portais-de-noticias-tamanhos-formatos-e-otimizacao.html/#como-usar-o-ponto-focal">Como usar o ponto focal</a></li>
<li><a href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/11/como-usar-imagens-em-portais-de-noticias-tamanhos-formatos-e-otimizacao.html/#quando-a-imagem-nao-encaixa-bem">Quando a imagem n&atilde;o encaixa bem</a></li>
<li><a href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/11/como-usar-imagens-em-portais-de-noticias-tamanhos-formatos-e-otimizacao.html/#boas-praticas-e-duvidas-frequentes">Boas pr&aacute;ticas e d&uacute;vidas frequentes</a></li>
</ol>
<hr>
<h2 id="escolhendo-a-imagem-certa">Escolhendo a imagem certa&nbsp;</h2>
<p>Sempre que poss&iacute;vel, escolha uma imagem que combine com o espa&ccedil;o onde ela ter&aacute; maior destaque.</p>
<p>Uma foto <strong>horizontal</strong> costuma funcionar melhor em capas, destaques e compartilhamentos. Fotos <strong>verticais </strong>podem funcionar muito bem dentro da not&iacute;cia, mas podem exigir um enquadramento maior quando utilizadas em espa&ccedil;os horizontais.</p>
<p>O mesmo acontece no sentido contr&aacute;rio: uma fotografia muito horizontal precisar&aacute; perder parte das laterais quando for utilizada em um espa&ccedil;o estreito e vertical.</p>
<h3>Algumas boas pr&aacute;ticas</h3>
<ul>
<li>Prefira imagens com boa resolu&ccedil;&atilde;o e nitidez.</li>
<li>Evite imagens muito pequenas.</li>
<li>Para os principais destaques, prefira fotografias horizontais quando poss&iacute;vel.</li>
<li>Evite deixar rostos ou elementos importantes muito pr&oacute;ximos das bordas.</li>
<li>Escolha imagens que continuem compreens&iacute;veis mesmo quando parte delas n&atilde;o estiver vis&iacute;vel.</li>
</ul>
<figure class="tinymce-image" data-media-id="019ff13c-8b03-70ca-9db8-d54f691ba2a3" data-single-image="true"><img src="https://cdnblog.dothnews.com.br/Folder/2026/08/a6164871-2507-452e-9a39-711906119c64/01-imagem-certa-1.webp" alt="">
<figcaption data-lt-tmp-id="lt-995312" data-gramm="false">Mostrar a mesma not&iacute;cia utilizando uma fotografia horizontal, uma vertical e uma quadrada em um mesmo espa&ccedil;o da Home. A ideia &eacute; demonstrar visualmente por que a propor&ccedil;&atilde;o da imagem influencia no resultado.</figcaption>
</figure>
<hr>
<h2 id="como-as-imagens-sao-otimizadas">Como as imagens s&atilde;o otimizadas&nbsp;</h2>
<p>Quando uma imagem &eacute; enviada, ela &eacute; automaticamente preparada em diferentes tamanhos para que o portal n&atilde;o precise carregar um arquivo grande onde uma imagem pequena seria suficiente.</p>
<p>S&atilde;o geradas tr&ecirc;s vers&otilde;es:</p>
<ul>
<li><strong>Pequena &mdash; at&eacute; 320 px</strong>: miniaturas, listas e espa&ccedil;os menores.</li>
<li><strong>M&eacute;dia &mdash; at&eacute; 800 px</strong>: cards, destaques e a maioria das utiliza&ccedil;&otilde;es no portal.</li>
<li><strong>Grande &mdash; at&eacute; 1280 px</strong>: grandes destaques e situa&ccedil;&otilde;es que exigem maior resolu&ccedil;&atilde;o.</li>
</ul>
<p>Esses tamanhos representam&nbsp;<strong>limites m&aacute;ximos</strong>. A propor&ccedil;&atilde;o original da fotografia &eacute; sempre preservada.</p>
<p>Por exemplo, uma fotografia vertical n&atilde;o ser&aacute; transformada em uma imagem quadrada. Ela ser&aacute; apenas reduzida proporcionalmente para caber dentro do tamanho correspondente.</p>
<figure class="tinymce-image" data-media-id="019ff13f-22e0-712d-9101-4b1dc6a74b31" data-single-image="true"><img src="https://cdnblog.dothnews.com.br/Folder/2026/08/a54ca05a-b7b3-49e2-b128-2cc147581663/02-imagens-otimizadas.webp" alt="">
<figcaption data-lt-tmp-id="lt-398986" data-gramm="false">Mostrar uma fotografia original e, ao lado, suas tr&ecirc;s vers&otilde;es: Pequena, M&eacute;dia e Grande. Informar abaixo de cada uma as dimens&otilde;es reais geradas.</figcaption>
</figure>
<p>Esse processo deixa as p&aacute;ginas mais leves e r&aacute;pidas sem precisar deformar ou cortar permanentemente a fotografia.</p>
<h3>Ent&atilde;o por que &agrave;s vezes a imagem aparece cortada?&nbsp;</h3>
<p>Porque <strong>tamanho da imagem e formato do espa&ccedil;o s&atilde;o coisas diferentes</strong>.</p>
<p>Uma fotografia pode estar inteira no Banco de Imagens, mas precisar aparecer em um espa&ccedil;o horizontal, quadrado ou vertical no portal.</p>
<p>Para preencher esse espa&ccedil;o sem deformar a fotografia, parte dela pode ficar fora da &aacute;rea vis&iacute;vel.</p>
<p>&Eacute; justamente a&iacute; que entra o <strong>ponto focal</strong>.</p>
<hr>
<h2 id="como-usar-o-ponto-focal">Como usar o ponto focal&nbsp;</h2>
<p>O <strong>ponto focal</strong> indica qual &eacute; a regi&atilde;o mais importante da fotografia.</p>
<p>Pode ser:</p>
<ul>
<li>o rosto de uma pessoa;</li>
<li>um objeto;</li>
<li>um produto;</li>
<li>uma placa;</li>
<li>um detalhe importante;</li>
<li>qualquer regi&atilde;o que n&atilde;o deveria desaparecer quando a imagem precisar ser enquadrada.</li>
</ul>
<p>Ao definir o ponto focal, o portal passa a utiliz&aacute;-lo como refer&ecirc;ncia sempre que precisar ajustar a fotografia a um espa&ccedil;o com propor&ccedil;&atilde;o diferente.</p>
<h3>Exemplo&nbsp;</h3>
<p>Imagine uma fotografia horizontal em que a pessoa principal est&aacute; no lado direito.</p>
<p>Se essa fotografia precisar aparecer em um espa&ccedil;o vertical, um enquadramento feito simplesmente pelo centro pode deixar a pessoa de fora.</p>
<p>Ao marcar o rosto como ponto focal, o sistema consegue priorizar aquela regi&atilde;o ao posicionar a fotografia.</p>
<figure class="tinymce-image" data-media-id="019ff143-b951-72b3-9379-f747696fad7c" data-single-image="true"><img src="https://cdnblog.dothnews.com.br/Folder/2026/08/b7db3971-e84a-420a-87d0-75a76ff2dcc5/03-diferenca-ponto-focal.webp" alt="">
<figcaption data-lt-tmp-id="lt-129928" data-gramm="false"></figcaption>
</figure>
<blockquote>
<p>Compara&ccedil;&atilde;o lado a lado:</p>
<p><strong>Sem ponto focal</strong>: pessoa parcialmente ou totalmente cortada.</p>
<p><strong>Com ponto focal</strong>: mesmo espa&ccedil;o, mas mantendo a pessoa corretamente enquadrada.</p>
<p>Esse provavelmente deve ser o exemplo visual mais importante de toda a documenta&ccedil;&atilde;o.</p>
</blockquote>
<h3>Como definir o ponto focal&nbsp;</h3>
<p>Ao enviar uma nova imagem:</p>
<p>Envie normalmente o arquivo para o Banco de Imagens.<br>Clique em <strong>Ajustar ponto focal</strong>.<br>Clique sobre a regi&atilde;o mais importante da fotografia.<br>Confira as pr&eacute;vias dos diferentes formatos.<br>Clique em <strong>Conclu&iacute;do</strong>.</p>
<p>O ponto focal tamb&eacute;m pode ser alterado posteriormente ao editar uma imagem j&aacute; existente.</p>
<figure class="tinymce-image" data-media-id="019ff145-356e-7156-9ad3-0033367cbb0b" data-single-image="true"><img src="https://cdnblog.dothnews.com.br/Folder/2026/08/ef6573ee-4e9e-4ac6-bf16-c13160f6bb4d/04-ponto-focal.webp" alt="">
<figcaption data-lt-tmp-id="lt-954205" data-gramm="false">Print da ferramenta de Ponto Focal mostrando a fotografia, o ponto selecionado e as pr&eacute;vias dos diferentes enquadramentos.</figcaption>
</figure>
<h3>Preciso fazer isso em todas as imagens?&nbsp;</h3>
<p>N&atilde;o.</p>
<p>Quando nenhum ponto focal &eacute; definido, o sistema utiliza o <strong>centro da fotografia</strong> como refer&ecirc;ncia.</p>
<p>Vale a pena definir manualmente principalmente quando o assunto est&aacute; fora do centro ou quando um corte inadequado poderia prejudicar a compreens&atilde;o da imagem.</p>
<hr>
<h2 id="quando-a-imagem-nao-encaixa-bem">Quando a imagem n&atilde;o encaixa bem&nbsp;</h2>
<p>O ponto focal melhora muito o enquadramento, mas ele n&atilde;o consegue resolver todas as diferen&ccedil;as de formato.</p>
<p>Uma fotografia extremamente vertical, por exemplo, nunca conseguir&aacute; preencher perfeitamente um espa&ccedil;o muito horizontal sem que alguma coisa aconte&ccedil;a: ou parte da fotografia ficar&aacute; fora da &aacute;rea vis&iacute;vel, ou ela precisar&aacute; ficar muito pequena dentro daquele espa&ccedil;o.</p>
<p>Nesses casos, a melhor solu&ccedil;&atilde;o pode ser <strong>preparar uma vers&atilde;o da imagem mais adequada para aquele uso</strong>.</p>
<h3>Ferramentas de edi&ccedil;&atilde;o podem ajudar&nbsp;</h3>
<p>Existem ferramentas online que permitem fazer ajustes simples sem precisar de um programa profissional de edi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Elas podem ser utilizadas para:</p>
<ul>
<li>recortar uma imagem;</li>
<li>alterar sua propor&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>redimensionar;</li>
<li>comprimir;</li>
<li>adicionar espa&ccedil;o ao redor da fotografia;</li>
<li>preparar uma vers&atilde;o horizontal ou vertical.</li>
</ul>
<h3>Ferramentas online recomendadas&nbsp;</h3>
<p>Para ajustes r&aacute;pidos, voc&ecirc; pode utilizar algumas ferramentas diretamente pelo navegador:</p>
<ul>
<li><strong><a href="https://www.canva.com/pt_br/">Canva</a> </strong>&mdash; indicado para recortar, redimensionar, alterar propor&ccedil;&otilde;es e preparar rapidamente vers&otilde;es horizontais ou verticais.</li>
<li><a href="https://www.adobe.com/br/express/"><strong>Adobe Express</strong></a> &mdash; boa op&ccedil;&atilde;o para ajustes simples de fotografia, como recorte, tamanho, brilho, contraste e nitidez.</li>
<li><a href="https://www.photopea.com/"><strong>Photopea</strong></a> &mdash; indicado para edi&ccedil;&otilde;es mais avan&ccedil;adas, com recursos como camadas, m&aacute;scaras e ajustes mais precisos, diretamente no navegador.</li>
</ul>
<p>Alguns recursos avan&ccedil;ados dessas ferramentas podem exigir cadastro ou plano pago.</p>
<h3>E a Intelig&ecirc;ncia Artificial?&nbsp;</h3>
<p>Ferramentas de IA tamb&eacute;m podem ajudar em situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, principalmente para:</p>
<ul>
<li>expandir as laterais ou o fundo de uma fotografia;</li>
<li>adaptar uma imagem para outro formato;</li>
<li>melhorar resolu&ccedil;&atilde;o e qualidade;</li>
<li>produzir uma imagem ilustrativa quando isso for editorialmente adequado.</li>
</ul>
<figure class="tinymce-image" data-media-id="019ff14b-ffd7-709a-b017-4862ef2a9d66" data-single-image="true"><img src="https://cdnblog.dothnews.com.br/Folder/2026/08/00269f27-7788-459d-8d8b-2e57cf408d3d/05-imagem-ia.webp" alt="">
<figcaption data-lt-tmp-id="lt-762340" data-gramm="false">Exemplo de uma fotografia vertical e uma vers&atilde;o horizontal obtida por expans&atilde;o das laterais, deixando claro qual foi a &aacute;rea original e qual foi a &aacute;rea criada.</figcaption>
</figure>
<p>A IA deve ser utilizada com responsabilidade. Em conte&uacute;do jornal&iacute;stico, uma altera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve modificar o sentido do acontecimento retratado nem induzir o leitor a uma interpreta&ccedil;&atilde;o falsa.</p>
<p>Tamb&eacute;m &eacute; importante lembrar que modificar uma imagem com IA <strong>n&atilde;o elimina automaticamente os direitos autorais da imagem original</strong>.</p>
<hr>
<h2 id="boas-praticas-e-duvidas-frequentes">Boas pr&aacute;ticas e d&uacute;vidas frequentes&nbsp;</h2>
<h3>Qual &eacute; o melhor formato de imagem?&nbsp;</h3>
<p>N&atilde;o existe um &uacute;nico formato ideal para todos os espa&ccedil;os.</p>
<p>Como regra pr&aacute;tica, <strong>imagens horizontais e com boa resolu&ccedil;&atilde;o s&atilde;o as mais vers&aacute;teis</strong> para portais de not&iacute;cias, principalmente para capas, destaques e compartilhamentos.</p>
<h3>Minha imagem est&aacute; ficando cortada. O que devo fazer?&nbsp;</h3>
<p>Primeiro, verifique o <strong>ponto focal</strong>.</p>
<p>Marque a regi&atilde;o mais importante e confira novamente as pr&eacute;vias.</p>
<p>Se mesmo assim o resultado n&atilde;o ficar adequado, provavelmente existe uma diferen&ccedil;a muito grande entre a propor&ccedil;&atilde;o da fotografia e a propor&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o. Nesse caso, considere preparar outra vers&atilde;o da imagem.</p>
<h3>Minha imagem est&aacute; pequena. Posso aument&aacute;-la?&nbsp;</h3>
<p>Aumentar artificialmente uma imagem pequena normalmente n&atilde;o recupera os detalhes que n&atilde;o existem no arquivo original.</p>
<p>Sempre que poss&iacute;vel, procure uma vers&atilde;o com maior resolu&ccedil;&atilde;o.</p>
<h3>Qual imagem devo utilizar pensando no Google?&nbsp;</h3>
<p>Para conte&uacute;dos que possam aparecer com imagens grandes no Google e no Discover, prefira arquivos de boa qualidade e, sempre que poss&iacute;vel, imagens horizontais com <strong>pelo menos 1200 pixels de largura</strong>.</p>
<p>A plataforma faz a otimiza&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para entregar vers&otilde;es menores nos locais onde elas forem suficientes.</p>
<h3>E para compartilhamento em redes sociais?&nbsp;</h3>
<p>Imagens horizontais normalmente produzem melhores pr&eacute;vias em compartilhamentos.</p>
<p>Evite imagens muito pequenas, excessivamente verticais ou com o elemento principal pr&oacute;ximo demais das bordas.</p>
<h3>O ponto focal altera ou recorta minha imagem?&nbsp;</h3>
<p>N&atilde;o.</p>
<p>O ponto focal apenas informa ao portal <strong>qual regi&atilde;o deve ser priorizada quando for necess&aacute;rio enquadrar a fotografia</strong>.</p>
<p>O arquivo armazenado continua preservando sua propor&ccedil;&atilde;o.</p>
<h3>Posso mudar o ponto focal depois?&nbsp;</h3>
<p>Sim. Basta editar a imagem e selecionar uma nova regi&atilde;o.</p>
<hr>
<h2 id="uma-regra-simples-para-lembrar">Uma regra simples para lembrar&nbsp;</h2>
<p>Antes de publicar, pense em tr&ecirc;s coisas:</p>
<p><strong>Qualidade</strong>: a imagem tem resolu&ccedil;&atilde;o suficiente?</p>
<p><strong>Formato</strong>: ela combina com o espa&ccedil;o onde ter&aacute; destaque?</p>
<p><strong>Foco</strong>: se alguma parte precisar ficar fora da &aacute;rea vis&iacute;vel, o ponto mais importante continuar&aacute; aparecendo?</p>
<p>Com uma boa imagem e o ponto focal corretamente definido, o portal consegue adaptar a fotografia aos diferentes formatos mantendo o conte&uacute;do mais importante em destaque.</p>]]></content>
                                    <published>2026-08-11T14:53:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-11T15:03:11+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Chamadas programadas por dia e horário no portal de notícias]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/11/chamadas-programadas-por-dia-e-horario-no-portal-de-noticias.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019ff161-05b6-73d4-a3f1-6d69d6307fa4</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Programe faixas e chamadas do seu portal por dia da semana e horário — o dothNews coloca no ar e tira sozinho. CMS para portal de notícias.]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Todo portal de notícias vive de rotina. O programa entra às 8h e sai às 10h. O plantão do fim de semana começa no sábado de manhã. A cobertura especial vale por sete dias e depois some. O boletim do trânsito faz sentido às 18h, não às 3h da manhã.</p>
<p>Esse tipo de conteúdo é curto no ar e recorrente no calendário — e prender uma pessoa da equipe ao relógio para publicar e despublicar é tempo que sai da apuração.</p>

<h2>Você define o dia e a hora; o portal cumpre</h2>
<p>No dothNews, a redação monta um <strong>bloco temporário</strong> e diz quando ele deve aparecer: quais dias da semana e entre que horas. A partir daí o bloco entra e sai do ar sozinho, no horário combinado, sem ninguém precisar tocar no painel.</p>
<p>Cada bloco é montado no próprio CMS, com chapéu, título, subtítulo, imagem, link de destino e um espaço de conteúdo livre para quem quiser ir além do formato padrão. Enquanto o material ainda está em preparação, ele fica como rascunho e não aparece para o leitor.</p>

<h2>Uma vez só, toda semana</h2>
<p>A programação é semanal e recorrente. O bloco do programa das 8h vale para segunda a sexta e volta sozinho no dia seguinte. O selo do plantão de fim de semana entra no sábado e no domingo, semana após semana. A equipe monta uma vez e segue a rotina.</p>
<p>Quando a campanha muda, é o mesmo bloco que se atualiza: novo título, nova imagem, novos horários. Nada de fila de tarefas com hora marcada para alguém publicar.</p>

<h2>Encaixa no layout do seu portal</h2>
<p>Cada bloco recebe um código que identifica onde ele aparece — topo da capa, faixa da editoria, lateral de um caderno específico. Assim, o mesmo recurso serve tanto para uma faixa que atravessa a capa quanto para uma chamada discreta dentro de uma seção, sempre respeitando o projeto visual do site.</p>

<h2>Um CMS feito para a rotina da redação</h2>
<p>O dothNews é um CMS moderno para portais de notícias, construído em torno de como uma redação realmente trabalha: com horários fixos, coberturas que começam e terminam, e um leitor esperando do outro lado. Recursos como os blocos temporários existem para que a equipe cuide do jornalismo enquanto a plataforma cuida do relógio — na mesma linha do que já mostramos sobre o <a href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/05/ponto-focal-nas-imagens-destaque-a-parte-que-importa-da-foto-no-seu-portal-de-noticias.html">recurso de ponto focal nas imagens</a>.</p>

<hr>
<p><em>Conheça o dothNews e veja como sua redação pode programar o portal com mais autonomia. <a href="https://www.dothnews.com.br">Fale com a equipe do dothNews</a>.</em></p>]]></content>
                                    <published>2026-08-11T11:19:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-11T15:31:20+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Pós-Copa do Mundo 2026: o que os dados de tráfego ensinam pra próxima grande cobertura]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/11/pos-copa-do-mundo-2026-o-que-os-dados-de-trafego-ensinam-pra-proxima-grande-cobertura.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019ff0a7-4228-73a6-bea9-876789f427eb</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Comscore registrou 5,4 bilhões de views só na fase de grupos e a DE-CIX bateu recorde global de tráfego de internet durante a Copa. Veja as lições de infraestrutura e formato que valem para a próxima cobertura de grande porte.]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>A Copa do Mundo de 2026, disputada entre junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá, terminou com a final entre Espanha e Argentina em 19 de julho. Passado o torneio, os números consolidados de audiência e tráfego digital deixam lições concretas para qualquer portal que precisa se preparar para um pico de acesso previsível — seja um evento esportivo, seja a cobertura eleitoral que se aproxima em outubro.</p>

<h2>A escala do pico: números que assustam</h2>
<p>Segundo levantamento da Comscore, só na fase de grupos o Mundial acumulou 5,4 bilhões de visualizações em vídeos nas redes sociais e 686 milhões de interações. Do lado da infraestrutura, a DE-CIX registrou um novo recorde de tráfego global de internet, 27,7 terabits por segundo, durante a partida entre França e Senegal — o equivalente a mais de 15 milhões de vídeos do TikTok sendo transmitidos ao mesmo tempo.</p>
<p>No Brasil, o pico chegou a 153 gigabits por segundo nos pontos de troca de tráfego da DE-CIX durante Brasil x Marrocos, jogo de estreia da seleção. A Equinix registrou recordes históricos de tráfego em seus data centers de São Paulo nos dois primeiros jogos do Brasil. Do lado do streaming, a CazéTV bateu recorde de maior live da história do YouTube, com pico de 24,2 milhões de dispositivos simultâneos.</p>

<h2>O que aconteceu com os portais de notícia</h2>
<p>Os grandes players digitais também sentiram o efeito diretamente nos números de audiência do próprio site — não só nas redes sociais. O ge.globo registrou crescimento de 24% no alcance diário durante o período do torneio, com aumento de 65% no público feminino. O Globoplay somou 151,4 milhões de videoviews, 52% acima do registrado na Copa do Catar, em 2022.</p>
<p>O padrão de tráfego de grandes eventos esportivos tem uma característica que o diferencia de outros picos: ele não cresce de forma gradual, ele salta. Minutos depois do apito inicial de cada partida, milhões de pessoas se conectam simultaneamente — muito diferente do crescimento mais previsível de tráfego orgânico via busca, que <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2017/01/18/por-que-a-conexao-de-internet-influencia-a-audiencia-dos-sites-de-noticias.html">a qualidade da conexão do leitor</a> já vinha influenciando de outras formas.</p>

<h2>Lições para a próxima cobertura de grande porte</h2>
<ul>
<li><strong>Picos são previsíveis, mesmo sendo súbitos.</strong> O horário de início de cada jogo é conhecido com antecedência — o mesmo vale para uma apuração de eleição, que tem horário de fechamento das urnas definido. Isso permite planejar capacidade de infraestrutura para o momento exato do salto, em vez de reagir depois que ele já começou.</li>
<li><strong>Performance técnica decide se o pico vira audiência ou erro 500.</strong> Um portal que não aguenta a carga simultânea de milhares de usuários no minuto do gol — ou do resultado da eleição — perde exatamente o momento de maior interesse do leitor. Vale revisitar os fundamentos discutidos em <a href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/10/core-web-vitals-em-2026-por-que-velocidade-ainda-decide-ranqueamento-em-noticias.html">Core Web Vitals e velocidade de carregamento</a> com esse cenário de pico em mente, não só o tráfego médio do dia a dia.</li>
<li><strong>O formato de cobertura importa tanto quanto a infraestrutura.</strong> Live blog com atualização em tempo real, sem recarregar a página inteira a cada novidade, reduz a carga por usuário simultâneo comparado a republicar matérias completas repetidamente.</li>
<li><strong>Rede social entrega alcance, mas quem sustenta a audiência recorrente é o site.</strong> Os 5,4 bilhões de views em vídeo nas redes sociais no Mundial mostram alcance de descoberta — mas o crescimento de 24% no alcance diário do ge.globo indica que parte desse público migrou para consumir cobertura mais aprofundada direto na fonte.</li>
</ul>

<h2>De olho no próximo grande pico: as eleições de outubro</h2>
<p>O padrão observado na Copa se repete, com contornos diferentes, em qualquer cobertura de resultado com hora marcada: fechamento de urnas, resultado de segundo turno, um veredito judicial aguardado. Portais regionais que cobrem política local vão sentir picos semelhantes em escala menor durante a apuração eleitoral de outubro — e o planejamento técnico vale começar agora, não na véspera.</p>

<h2>O que fica de lição</h2>
<p>A Copa do Mundo de 2026 funcionou como um teste de estresse involuntário para a infraestrutura de internet do país inteiro — e os portais de notícia que mais se beneficiaram do pico de interesse foram os que já tinham performance técnica sólida antes do primeiro apito. Vale usar os próximos dois meses, antes das eleições, para revisar exatamente esse ponto.</p>

<hr>
<p><em>Quer avaliar se a infraestrutura do seu portal está pronta para o próximo pico de tráfego? <a href="https://www.dothnews.com.br">Fale com a equipe do dothNews</a>.</em></p>]]></content>
                                    <published>2026-08-11T10:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-11T11:50:24+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Core Web Vitals em 2026: por que velocidade ainda decide ranqueamento em notícias]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/10/core-web-vitals-em-2026-por-que-velocidade-ainda-decide-ranqueamento-em-noticias.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fbe93-f63a-70b3-8c73-5507f3888345</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Os limites de LCP, INP e CLS não mudaram em 2026, mas o CrUX passou a pesar mais dados de celulares intermediários — e isso muda quem realmente está bem posicionado. Veja onde portais de notícias mais perdem pontos.]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Os limites num&eacute;ricos do Core Web Vitals n&atilde;o mudaram em 2026. O que mudou foi o contexto em que o Google os aplica &mdash; e para um portal de not&iacute;cias, essa mudan&ccedil;a de contexto pode doer mais do que uma altera&ccedil;&atilde;o nos n&uacute;meros em si.</p>

<h2>As tr&ecirc;s m&eacute;tricas, sem enrola&ccedil;&atilde;o</h2>
<ul>
<li><strong>LCP (Largest Contentful Paint).</strong> Tempo at&eacute; o maior elemento vis&iacute;vel da p&aacute;gina renderizar. Bom: abaixo de 2,5s. Precisa melhorar: entre 2,5s e 4s. Ruim: acima de 4s.</li>
<li><strong>INP (Interaction to Next Paint).</strong> Tempo de resposta a uma intera&ccedil;&atilde;o do usu&aacute;rio (clique, toque). Bom: abaixo de 200ms. Precisa melhorar: entre 200ms e 500ms. Ruim: acima de 500ms.</li>
<li><strong>CLS (Cumulative Layout Shift).</strong> Qu&atilde;o est&aacute;vel o layout permanece durante o carregamento. Bom: abaixo de 0,1. Precisa melhorar: entre 0,1 e 0,25. Ruim: acima de 0,25.</li>
</ul>
<p>Essas tr&ecirc;s m&eacute;tricas s&atilde;o fatores oficiais de ranqueamento desde maio de 2021. O que mudou em 2026 n&atilde;o foram os n&uacute;meros, mas de onde v&ecirc;m os dados usados para medi-los.</p>

<h2>A mudan&ccedil;a real: mais celulares intermedi&aacute;rios no c&aacute;lculo</h2>
<p>O Google mede Core Web Vitals usando o CrUX (Chrome User Experience Report) &mdash; dados reais de navega&ccedil;&atilde;o de usu&aacute;rios que optaram por compartilhamento an&ocirc;nimo, coletados ao longo de 28 dias e atualizados mensalmente. Em 2026, o CrUX passou a incluir mais representatividade de aparelhos Android de desempenho intermedi&aacute;rio (processadores de dois a tr&ecirc;s anos), em vez de concentrar a amostra em iPhones e desktops de ponta.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, isso pesa principalmente sobre o INP, que &eacute; sens&iacute;vel &agrave; capacidade de processamento do aparelho. Um site que testava bem em um iPhone recente ou num notebook pode estar performando mal nos dados de campo reais, que agora refletem melhor o celular m&eacute;dio que a maior parte do p&uacute;blico brasileiro efetivamente usa para ler not&iacute;cias.</p>

<h2>Por que isso importa mais para not&iacute;cias do que para outros sites</h2>
<p>Portais de not&iacute;cias t&ecirc;m tr&ecirc;s caracter&iacute;sticas que tornam o Core Web Vitals particularmente sens&iacute;vel: alto volume de an&uacute;ncios (que competem por LCP e CLS), tr&aacute;fego fortemente concentrado em mobile e picos de acesso repentinos vindos de redes sociais e do Discover &mdash; exatamente os momentos em que a infraestrutura mais sofre.</p>
<p>Al&eacute;m disso, o Google passou a combinar os sinais de Core Web Vitals com o sistema de avalia&ccedil;&atilde;o de qualidade de conte&uacute;do para decidir eleg&iacute;bilidade a recursos de destaque como Featured Snippets e AI Overviews. Ou seja: n&atilde;o basta ter conte&uacute;do bom se a p&aacute;gina falha tecnicamente &mdash; e n&atilde;o basta ter p&aacute;gina r&aacute;pida se o conte&uacute;do &eacute; fraco. As duas coisas juntas decidem a eleg&iacute;bilidade para os formatos que mais geram tr&aacute;fego hoje.</p>

<h2>Onde os portais mais perdem pontos</h2>
<ul>
<li><strong>Anúncios carregados antes do conteúdo principal.</strong> Empurram o LCP para cima e, se reservam espaço errado, geram CLS quando finalmente renderizam.</li>
<li><strong>Scripts de terceiros bloqueando a thread principal.</strong> Pixels de analytics, widgets de comentários e SDKs de redes sociais costumam ser os maiores vilões do INP.</li>
<li><strong>Imagens sem dimensões definidas.</strong> Cada imagem de matéria sem <code>width</code>/<code>height</code> explícitos é um salto de layout em potencial assim que carrega.</li>
<li><strong>Fontes customizadas carregando tarde.</strong> Trocar a fonte depois que o texto já apareceu ("flash of unstyled text") também conta como mudança de layout.</li>
</ul>

<h2>Ferramentas para medir de verdade</h2>
<p>Dados de laboratório (simulação) e dados de campo (usuários reais) não são a mesma coisa — e o Google ranqueia com base nos dados de campo. Para acompanhar:</p>
<ul>
<li><strong>PageSpeed Insights</strong> (pagespeed.web.dev) — mostra os dois tipos de dado lado a lado para qualquer URL.</li>
<li><strong>Relatório Core Web Vitals do Search Console</strong> — visão agregada de todas as páginas do site, agrupadas por tipo de problema; é a ferramenta mais útil para priorizar o que corrigir primeiro num portal com milhares de matérias publicadas.</li>
</ul>

<h2>O que fica de li&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>Velocidade nunca deixou de importar para ranqueamento de not&iacute;cias, mas em 2026 o crit&eacute;rio ficou mais realista com o celular m&eacute;dio do leitor brasileiro &mdash; o mesmo racioc&iacute;nio por tr&aacute;s do que j&aacute; discutimos sobre <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/08/13/como-adaptar-seu-site-de-noticias-para-celular.html">adaptar um portal de not&iacute;cias para celular</a>. Quem mede regularmente com dados de campo reais, e n&atilde;o s&oacute; com testes de laborat&oacute;rio, sai na frente antes mesmo de qualquer atualiza&ccedil;&atilde;o de algoritmo.</p>

<hr>
<p><em>Quer um diagn&oacute;stico de Core Web Vitals do seu portal? <a href="https://www.dothnews.com.br">Fale com a equipe do dothNews</a>.</em></p>]]></content>
                                    <published>2026-08-10T18:12:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-01T18:47:55+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Google Discover em 2026: o que mudou nos critérios de elegibilidade]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/06/google-discover-em-2026-o-que-mudou-nos-criterios-de-elegibilidade.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fbe65-7bf0-700e-aab9-6b70ff25482b</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Fevereiro trouxe a primeira atualização de algoritmo dedicada ao Discover, e junho trouxe os Search Profiles. Veja o que de fato mudou nos critérios de elegibilidade e o que ainda funciona para portais regionais.]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Quem administra um portal de not&iacute;cias sabe que o Google Discover sempre foi um pouco imprevis&iacute;vel: o tr&aacute;fego vem em picos, sem depender de busca ativa do leitor, e os crit&eacute;rios nunca foram t&atilde;o claros quanto os de SEO tradicional. Em 2026 essa imprevisibilidade ganhou contornos mais definidos &mdash; o Google publicou mudan&ccedil;as expl&iacute;citas nos crit&eacute;rios de elegibilidade e lan&ccedil;ou recursos novos dentro do feed. Vale entender o que mudou de fato.</p>
<h2>A atualiza&ccedil;&atilde;o principal de fevereiro</h2>
<p>Em 5 de fevereiro de 2026, o Google lan&ccedil;ou a primeira atualiza&ccedil;&atilde;o de algoritmo dedicada exclusivamente ao Discover. Segundo o pr&oacute;prio an&uacute;ncio oficial, o objetivo era mostrar conte&uacute;do mais relevante localmente, reduzir sensacionalismo e clickbait, e priorizar mat&eacute;rias originais e detalhadas de sites com experi&ecirc;ncia comprovada em um assunto.</p>
<p>O ponto mais relevante para portais menores: a avalia&ccedil;&atilde;o de autoridade deixou de ser feita apenas no n&iacute;vel do dom&iacute;nio inteiro e passou a considerar a experi&ecirc;ncia t&oacute;pico a t&oacute;pico. Na pr&aacute;tica, um portal regional com uma cobertura consistente sobre um tema espec&iacute;fico &mdash; agroneg&oacute;cio, pol&iacute;tica municipal, um setor econ&ocirc;mico local &mdash; pode aparecer no Discover tanto quanto um grande ve&iacute;culo nacional, desde que demonstre profundidade naquele assunto.</p>
<h2>Menos espa&ccedil;o para clickbait</h2>
<p>A pun&iacute;&ccedil;&atilde;o a t&iacute;tulos sensacionalistas, miniaturas enganosas e manchetes que escondem a informa&ccedil;&atilde;o principal para for&ccedil;ar o clique deixou de ser uma diretriz gen&eacute;rica e passou a ser aplicada de forma mais ativa. Isso muda a l&oacute;gica de quem ainda escreve t&iacute;tulos pensando primeiro em gerar curiosidade e s&oacute; depois em informar.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, funciona melhor um t&iacute;tulo que j&aacute; entrega o fato central da mat&eacute;ria do que um que promete uma resposta sem dizer qual &eacute;. A l&oacute;gica se aproxima da usada em SEO cl&aacute;ssico havia anos, mas agora vale tamb&eacute;m para o Discover.</p>
<h2>O fim do bot&atilde;o "Seguir" e a chegada dos Search Profiles</h2>
<p>O recurso antigo de "seguir" uma fonte diretamente no feed do Discover saiu do ar. Em seu lugar, o Google lan&ccedil;ou em 4 de junho de 2026 os chamados Search Profiles: p&aacute;ginas dedicadas onde publishers e criadores podem centralizar mat&eacute;rias, v&iacute;deos e posts de redes sociais, com um bot&atilde;o de seguir que passa a influenciar diretamente o que aparece no Discover de cada leitor.</p>
<p>Aqui entra um ponto importante para a maioria dos portais regionais: a eleg&iacute;bilidade inicial dos Search Profiles &eacute; restrita. &Eacute; preciso ter pelo menos 100 mil seguidores em YouTube, Instagram ou X, ou 300 mil no TikTok, al&eacute;m de presen&ccedil;a nos Estados Unidos no lan&ccedil;amento. Ou seja: por enquanto, &eacute; um recurso pensado para grandes marcas de m&iacute;dia e criadores com audi&ecirc;ncia consolidada em redes sociais &mdash; n&atilde;o para a maioria dos portais brasileiros de menor porte. O Google j&aacute; sinalizou que a eleg&iacute;bilidade deve se expandir com o tempo, mas isso ainda n&atilde;o tem data.</p>
<h2>O que ainda funciona</h2>
<ul>
<li><strong>Conte&uacute;do original e apurado.</strong> As mudan&ccedil;as de 2026 refor&ccedil;am, n&atilde;o substituem, o crit&eacute;rio mais antigo do Discover: mat&eacute;ria que agrega informa&ccedil;&atilde;o nova tem mais chance de aparecer do que a que resume o que j&aacute; foi publicado em outro lugar &mdash; a mesma l&oacute;gica que vale para aparecer bem em <a href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/01/geo-como-fazer-seu-portal-aparecer-nas-respostas-da-ia-chatgpt-gemini-e-perplexity.html">respostas de IA generativa</a>.</li>
<li><strong>Imagens de qualidade.</strong> O Discover continua sendo um feed visual &mdash; imagens de destaque em alta resolu&ccedil;&atilde;o e relevantes para o conte&uacute;do seguem pesando na sele&ccedil;&atilde;o.</li>
<li><strong>Atualidade.</strong> Conte&uacute;do publicado com timing relevante para o momento (n&atilde;o necessariamente breaking news, mas assuntos em pauta) continua tendo vantagem.</li>
<li><strong>Consist&ecirc;ncia por tema.</strong> Cobrir um assunto de forma regular, e n&atilde;o s&oacute; ocasional, ajuda o Google a reconhecer a experi&ecirc;ncia t&oacute;pica mencionada acima.</li>
</ul>
<h2>Erros comuns que ainda derrubam o desempenho</h2>
<ul>
<li>T&iacute;tulos que escondem a informa&ccedil;&atilde;o central da mat&eacute;ria para for&ccedil;ar o clique.</li>
<li>Imagens de capa gen&eacute;ricas, com baixa resolu&ccedil;&atilde;o ou sem rela&ccedil;&atilde;o direta com o texto.</li>
<li>Depender de um &uacute;nico grande tema esporadicamente, sem constru&iacute;r hist&oacute;rico de cobertura naquele assunto.</li>
<li>Ignorar o Search Console: o relat&oacute;rio de desempenho do Discover ali continua sendo a fonte mais confi&aacute;vel para entender o que est&aacute; funcionando no seu portal espec&iacute;fico &mdash; m&eacute;dias gerais do mercado servem de refer&ecirc;ncia, mas n&atilde;o substituem os pr&oacute;prios dados.</li>
</ul>
<h2>O que fica de li&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>As mudan&ccedil;as de 2026 no Discover seguem uma dire&ccedil;&atilde;o clara: menos peso para o tamanho da marca, mais peso para a profundidade real da cobertura em cada assunto. Para portais regionais e de nicho, isso &eacute; uma boa not&iacute;cia &mdash; desde que a produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do seja consistente e evite os atalhos de t&iacute;tulo chamativo que o algoritmo agora penaliza com mais rigor. J&aacute; os Search Profiles, por enquanto, seguem fora do alcance da maioria &mdash; vale acompanhar, mas n&atilde;o vale planejar a estrat&eacute;gia em cima deles ainda.</p>
<hr>
<p><em>Quer ajuda para estruturar o conte&uacute;do do seu portal para o Discover e as demais mudan&ccedil;as de busca em 2026? <a href="https://www.dothnews.com.br">Fale com a equipe do dothNews</a>.</em></p>]]></content>
                                    <published>2026-08-06T18:45:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-01T18:47:37+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Ponto focal nas imagens: destaque a parte que importa da foto no seu portal de notícias]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/05/ponto-focal-nas-imagens-destaque-a-parte-que-importa-da-foto-no-seu-portal-de-noticias.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fce4d-cd36-700e-9442-97471cd4fab5</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Marque o ponto focal da imagem e o dothNews prioriza essa área nos destaques do portal. CMS para portal de notícias feito pra rotina de redação.]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>No portal de not&iacute;cias, nenhuma imagem aparece de um jeito s&oacute;. A mesma foto ocupa o destaque largo da capa, o card quadrado na lista de &uacute;ltimas, a miniatura no bloco de relacionadas. Cada espa&ccedil;o tem sua propor&ccedil;&atilde;o &mdash; e o que realmente importa na foto quase nunca est&aacute; no meio exato dela, um dos <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/03/18/principais-erros-ao-otimizar-imagens-para-noticias-online.html">erros mais comuns na hora de otimizar imagens</a> para not&iacute;cias online.</p>
<p>O dothNews resolve isso deixando a reda&ccedil;&atilde;o apontar, em segundos, o que &eacute; essencial em cada imagem.</p>
<h2>Voc&ecirc; marca o ponto focal, o portal prioriza</h2>
<p>Ao editar uma foto na Biblioteca de M&iacute;dia, o editor clica na imagem para marcar o ponto focal: o rosto de quem foi entrevistado, a placa que prova a informa&ccedil;&atilde;o, a bola no momento do gol. A marca&ccedil;&atilde;o fica vis&iacute;vel ali mesmo, sobre a foto, e pode ser refeita ou limpa a qualquer momento.</p>
<p>A partir da&iacute;, essa &aacute;rea &eacute; priorizada automaticamente sempre que a imagem for exibida em destaques e nos outros formatos do site. Uma marca&ccedil;&atilde;o s&oacute;, e a foto aparece melhor no portal inteiro &mdash; sem abrir editor de imagem, sem subir uma vers&atilde;o diferente para cada espa&ccedil;o.</p>
<h2>Imagem no tamanho que o layout pede</h2>
<p>Nesta vers&atilde;o (6.18.0), o dothNews tamb&eacute;m permite configurar como as imagens de cada portal s&atilde;o geradas: as dimens&otilde;es de cada vers&atilde;o &mdash; Pequeno, M&eacute;dio e Grande &mdash; e a forma de exibi&ccedil;&atilde;o acompanham o projeto visual do site. Na pr&oacute;pria tela da m&iacute;dia, a equipe confere e visualiza cada tamanho dispon&iacute;vel.</p>
<p>O resultado aparece dos dois lados. Para o leitor, p&aacute;ginas mais leves, porque cada imagem chega no tamanho certo para o espa&ccedil;o em que ser&aacute; exibida. Para a reda&ccedil;&atilde;o, um portal com padr&atilde;o visual consistente, mat&eacute;ria ap&oacute;s mat&eacute;ria, sem depender de quem subiu a foto naquele dia.</p>
<h2>Menos trabalho fora do CMS</h2>
<p>Enquadrar imagem em <a href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/03/15/5-ferramentas-para-te-ajudar-a-editar-imagens-online.html">editor externo</a>, cortar na m&atilde;o e subir uma vers&atilde;o para cada espa&ccedil;o do site &eacute; tempo que sai da apura&ccedil;&atilde;o e do texto.</p>
<p>Com o ponto focal, esse cuidado volta para dentro do fluxo de publica&ccedil;&atilde;o: sobe a foto, clica no ponto que importa, publica. Em dia de cobertura ao vivo, com dezenas de imagens entrando por hora, essa diferen&ccedil;a aparece no rel&oacute;gio.</p>
<h2>Um CMS feito para a rotina da reda&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>O dothNews &eacute; um CMS moderno para portais de not&iacute;cias, constru&iacute;do em torno de como uma reda&ccedil;&atilde;o realmente trabalha: sob press&atilde;o, em v&aacute;rias frentes, com o leitor esperando do outro lado. Recursos como esse existem para que a equipe cuide do jornalismo enquanto a plataforma cuida do resto.</p>
<hr>
<p><em>Conhe&ccedil;a o dothNews e veja como sua reda&ccedil;&atilde;o pode publicar com mais agilidade e controle visual. <a href="https://www.dothnews.com.br">Fale com a equipe do dothNews</a>.</em></p>]]></content>
                                    <published>2026-08-04T18:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-04T19:50:25+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[IA Overview do Google: como ela está mudando o tráfego dos portais de notícias]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/01/ia-overview-do-google-como-ela-esta-mudando-o-trafego-dos-portais-de-noticias.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fbe4e-aa85-7339-a4ea-754845574182</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Se o tráfego do seu portal andou mais instável nos últimos meses, você não está sozinho. A IA Overview — o resumo gerado por inteligência artificial que o Google passou a exibir no topo de boa parte d...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Se o tr&aacute;fego do seu portal andou mais inst&aacute;vel nos &uacute;ltimos meses, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho. A IA Overview &mdash; o resumo gerado por intelig&ecirc;ncia artificial que o Google passou a exibir no topo de boa parte das buscas &mdash; mudou a forma como o usu&aacute;rio consome informa&ccedil;&atilde;o antes mesmo de chegar a um site.</p>
<p>Para ve&iacute;culos de not&iacute;cia que dependem de busca org&acirc;nica como principal fonte de audi&ecirc;ncia, entender o que est&aacute; mudando &mdash; e o que d&aacute; pra fazer a respeito &mdash; deixou de ser opcional.</p>
<h2>O que &eacute; a IA Overview, resumindo</h2>
<p>&Eacute; o bloco de resposta gerado por IA que aparece no topo dos resultados de busca do Google para muitas consultas, especialmente perguntas informativas. Em vez de o usu&aacute;rio clicar em um link para encontrar a resposta, o Google j&aacute; entrega um resumo &mdash; constru&iacute;do a partir de v&aacute;rias fontes, incluindo, &agrave;s vezes, o conte&uacute;do do seu portal.</p>
<p>O problema para quem vive de audi&ecirc;ncia: o usu&aacute;rio frequentemente l&ecirc; o resumo e n&atilde;o sente necessidade de clicar em nenhum link abaixo dele.</p>
<h2>O impacto real no tr&aacute;fego</h2>
<p>Estudos e relatos de editores ao redor do mundo apontam queda de cliques org&acirc;nicos em buscas que passaram a exibir IA Overview, principalmente em consultas informativas &mdash; exatamente o tipo de busca que traz muito do tr&aacute;fego de not&iacute;cias factuais, explicativas e de "o que &eacute;" / "como funciona".</p>
<p>Isso n&atilde;o afeta todo tipo de conte&uacute;do da mesma forma. Not&iacute;cias de &uacute;ltima hora, coberturas locais exclusivas e conte&uacute;do opinativo tendem a sofrer menos, porque o <strong>valor est&aacute; justamente em ser a fonte prim&aacute;ria e n&atilde;o em uma informa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica</strong> que a IA consegue resumir facilmente.</p>
<h2>O que ainda funciona bem</h2>
<ul>
<li><strong>Cobertura local e exclusiva.</strong> Se a informa&ccedil;&atilde;o s&oacute; existe no seu portal, a IA Overview n&atilde;o tem como resumi-la sem citar (ou sem conseguir responder &agrave; pergunta).</li>
<li><strong>Not&iacute;cias em tempo real.</strong> A IA Overview tende a ser mais fraca em conte&uacute;do que muda r&aacute;pido &mdash; breaking news ainda depende de cliques diretos.</li>
<li><strong>Conte&uacute;do com opini&atilde;o e an&aacute;lise.</strong> Um resumo de IA dificilmente substitui a voz e o posicionamento de um colunista ou de uma reportagem investigativa.</li>
<li><strong>Google Discover e Google News.</strong> Continuam sendo canais separados da IA Overview e ainda geram volume relevante de tr&aacute;fego para quem publica com frequ&ecirc;ncia e qualidade.</li>
</ul>
<h2>Como se adaptar</h2>
<p>Algumas frentes que j&aacute; ajudam a mitigar o impacto:</p>
<ul>
<li><strong>Reforce o que &eacute; exclusivo.</strong> Priorize pautas e &acirc;ngulos que s&oacute; o seu portal cobre &mdash; apura&ccedil;&atilde;o local, fontes pr&oacute;prias, dados exclusivos.</li>
<li><strong>Diversifique canais de audi&ecirc;ncia.</strong> Newsletter, WhatsApp, redes sociais e notifica&ccedil;&otilde;es push reduzem a depend&ecirc;ncia do clique vindo da busca do Google.</li>
<li><strong>Trabalhe a marca, n&atilde;o s&oacute; a palavra-chave.</strong> Leitores que reconhecem e confiam no nome do ve&iacute;culo tendem a buscar diretamente pelo portal, contornando a IA Overview.</li>
<li><strong>Monitore o desempenho por tipo de conte&uacute;do.</strong> Compare o tr&aacute;fego de mat&eacute;rias informativas gen&eacute;ricas com o de mat&eacute;rias exclusivas &mdash; isso ajuda a redirecionar a pauta para onde ainda h&aacute; retorno de audi&ecirc;ncia.</li>
</ul>
<h2>O que fica de li&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>A IA Overview n&atilde;o &eacute; uma amea&ccedil;a pontual que vai passar &mdash; &eacute; uma mudan&ccedil;a estrutural em como a busca funciona. Portais que se destacam pela exclusividade da informa&ccedil;&atilde;o e por uma rela&ccedil;&atilde;o direta com o leitor tendem a sentir menos o impacto do que aqueles que dependiam apenas de conte&uacute;do replic&aacute;vel e gen&eacute;rico para gerar tr&aacute;fego.</p>]]></content>
                                    <published>2026-08-03T17:09:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-03T13:08:54+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[GEO: como fazer seu portal aparecer nas respostas da IA (ChatGPT, Gemini e Perplexity)]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/2026/08/01/geo-como-fazer-seu-portal-aparecer-nas-respostas-da-ia-chatgpt-gemini-e-perplexity.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fbe47-0e50-71de-a5b1-87f547d14c01</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Gabriel Novaes]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Durante anos, otimizar um site de notícias significou basicamente uma coisa: SEO para o Google. Título bem construído, palavras-chave no lugar certo, velocidade de carregamento, backlinks. A fórmula e...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<p>Durante anos, otimizar um site de not&iacute;cias significou basicamente uma coisa: SEO para o Google. T&iacute;tulo bem constru&iacute;do, palavras-chave no lugar certo, velocidade de carregamento, backlinks. A f&oacute;rmula era conhecida e, mesmo com atualiza&ccedil;&otilde;es de algoritmo, o jogo continuava o mesmo: aparecer bem posicionado na p&aacute;gina de resultados.</p>
<p>S&oacute; que o comportamento de busca mudou. Cada vez mais gente pergunta direto para o ChatGPT, para o Gemini ou para o Perplexity em vez de digitar uma consulta no Google e clicar em um link. E isso est&aacute; criando uma nova disciplina, batizada de <strong>GEO &mdash; Generative Engine Optimization</strong> (otimiza&ccedil;&atilde;o para motores generativos).</p>
<p>Para um portal de not&iacute;cias regional ou segmentado, entender GEO agora pode significar a diferen&ccedil;a entre continuar relevante nos pr&oacute;ximos anos ou ficar invis&iacute;vel justamente onde o p&uacute;blico est&aacute; migrando.</p>
<h2>O que &eacute; GEO, na pr&aacute;tica</h2>
<p>SEO otimiza para <strong>ranquear</strong> em uma lista de links. GEO otimiza para ser <strong>citado</strong> dentro de uma resposta gerada por IA.</p>
<p>Isso muda o objetivo: n&atilde;o basta mais aparecer na primeira posi&ccedil;&atilde;o &mdash; &eacute; preciso que o seu conte&uacute;do seja claro, verific&aacute;vel e estruturado o suficiente para que um modelo de linguagem "confie" nele na hora de montar uma resposta e, idealmente, cite sua fonte com um link.</p>
<p>Diferente do SEO tradicional, onde &eacute; poss&iacute;vel acompanhar posi&ccedil;&atilde;o no ranking com ferramentas conhecidas, o GEO ainda &eacute; um territ&oacute;rio menos mapeado &mdash; o que tamb&eacute;m significa menos concorr&ecirc;ncia para quem come&ccedil;ar a se organizar agora.</p>
<h2>Por que isso importa para o seu portal</h2>
<p>Tr&ecirc;s motivos concretos:</p>
<h3>1. A busca por IA j&aacute; desvia tr&aacute;fego do Google</h3>
<p>Cada resposta que a IA Overview do Google ou um chatbot resolve sem que o usu&aacute;rio precise clicar em um link &eacute; uma visita que seu portal deixa de receber &mdash; mesmo que o conte&uacute;do original tenha sido usado para gerar essa resposta.</p>
<h3>2. Conte&uacute;do local e regional tem uma vantagem natural</h3>
<p>Modelos de IA generalistas n&atilde;o t&ecirc;m cobertura profunda de not&iacute;cias hiperlocais. Um portal que cobre bem a cidade, a regi&atilde;o ou um nicho espec&iacute;fico tende a ser citado como fonte prim&aacute;ria justamente porque a IA n&atilde;o tem de onde mais tirar essa informa&ccedil;&atilde;o.</p>
<h3>3. Ser citado como fonte constr&oacute;i autoridade</h3>
<p>Aparecer como refer&ecirc;ncia dentro de uma resposta de IA &mdash; com link para a mat&eacute;ria original &mdash; refor&ccedil;a a marca do ve&iacute;culo mesmo quando o usu&aacute;rio n&atilde;o visita o site imediatamente.</p>
<h2>Como come&ccedil;ar a otimizar para IA</h2>
<p>Algumas pr&aacute;ticas que j&aacute; fazem diferen&ccedil;a hoje:</p>
<ul>
<li><strong>Estrutura clara de pergunta e resposta.</strong> Textos que respondem diretamente a uma d&uacute;vida espec&iacute;fica logo no in&iacute;cio do par&aacute;grafo t&ecirc;m mais chance de ser extra&iacute;dos por um modelo de IA do que textos que enrolam antes de chegar ao ponto.</li>
<li><strong>Dados estruturados (schema markup).</strong> Marca&ccedil;&atilde;o de artigo, autor, data de publica&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o ajuda tanto buscadores tradicionais quanto motores de IA a entender e confiar no conte&uacute;do.</li>
<li><strong>Autoria vis&iacute;vel e consistente.</strong> Modelos de IA d&atilde;o peso a sinais de credibilidade. Ter uma p&aacute;gina de autor completa, com hist&oacute;rico e especializa&ccedil;&atilde;o, ajuda o conte&uacute;do a ser tratado como confi&aacute;vel.</li>
<li><strong>Fontes prim&aacute;rias e dados originais.</strong> Reportagem pr&oacute;pria, com apura&ccedil;&atilde;o local, tem muito mais chance de virar cita&ccedil;&atilde;o do que conte&uacute;do replicado de outros ve&iacute;culos.</li>
<li><strong>Atualiza&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do evergreen.</strong> P&aacute;ginas antigas com boa base, mas desatualizadas, podem ser revisadas e republicadas &mdash; isso sinaliza atualidade tanto para buscadores quanto para IA.</li>
</ul>
<h2>O que ainda &eacute; incerto</h2>
<p>Vale ser honesto: GEO &eacute; uma &aacute;rea em forma&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o existe ainda um conjunto de m&eacute;tricas padronizado como existe para SEO, e cada motor de IA (ChatGPT, Gemini, Perplexity, Copilot) tem seu pr&oacute;prio crit&eacute;rio de sele&ccedil;&atilde;o de fontes, que muda com frequ&ecirc;ncia. Ferramentas de monitoramento de cita&ccedil;&otilde;es em IA est&atilde;o surgindo, mas ainda s&atilde;o incipientes.</p>
<p>Isso n&atilde;o &eacute; motivo para esperar. As boas pr&aacute;ticas acima &mdash; estrutura clara, dados estruturados, autoria forte, apura&ccedil;&atilde;o original &mdash; s&atilde;o as mesmas que j&aacute; ajudam no SEO tradicional. Investir nelas agora tem retorno duplo: melhora o posicionamento no Google hoje e prepara o portal para ser fonte de refer&ecirc;ncia na pr&oacute;xima gera&ccedil;&atilde;o de busca.</p>]]></content>
                                    <published>2026-08-01T17:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-08-01T17:07:43+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Tamanho do título interfere no SEO do texto?]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/12/09/tamanho-do-titulo-interfere-no-seo-do-texto.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-eecf-7094-be01-195c438d7c3d</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[As regras de SEO utilizadas pelo Google para rankear conteúdos ainda é uma caixa preta. Muito se testa, mas pouco se sabe de fato. Uma pergunta recorrente entre redatores é se o tamanho do título inte...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>As regras de SEO utilizadas pelo Google para rankear conteúdos ainda é uma caixa preta. Muito se testa, mas pouco se sabe de fato. Uma pergunta recorrente entre redatores é se o tamanho do título interfere no SEO do texto e se há um limite de caracteres. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
<!--more-->
<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://blog.dothnews.com.br/seo-em-noticias-aumenta-acessos/">Nos manuais de SEO para textos</a> é comum encontrar uma especificação de que o ideal é que o  comprimento da tag de título não ultrapasse o limite de 65 caracteres. Porém, será que este é mesmo o ideal e isso influencia no rankeamento do texto?</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>O Google responde</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Recentemente, John Mueller, que é analista sênior de tendências para webmasters do Google, falou sobre o assunto. A conversa aconteceu em um hangout do horário comercial da Central de pesquisa do Google.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O assunto foi repercutido pelo <a href="https://www.searchenginejournal.com/google-bolded-text-can-help-your-seo/427044/#close">Search Engine Journa</a>l. No bate-papo, uma pessoa perguntou preocupada, sobre qual é o comprimento ideal para uma tag de título para fins de SEO e classificação. E destacou que na maioria de seus textos, o título passa dos 65 caracteres. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em buscas sobre o assunto é comum encontrar a informações de que o ideal para títulos é de 60 a 65 caracteres, entre letras, espaços e números. Comum achar que títulos mais longos do que isso podem ser reduzidos ou totalmente reescritos pelo Google.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Porém, contrariando as informações,  John Mueller afirma que não há nenhuma recomendação do Google para o tamanho do título em caracteres. Segundo ele, o comprimento da tag de título é uma escolha editorial.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Títulos jornalísticos</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na redação jornalística, o título tem a função de resumir o texto de forma interessante e convidativa à leitura. Títulos mais impactantes são geralmente os que geram mais cliques, ou seja, deixam o leitor curioso ao ponto de se interessar por ler o texto completo. Títulos que entregam toda a história não geram essa curiosidade. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A explicação de John Mueller para o tamanho do título ideal considera a importância do conteúdo e a decisão editorial de quem escreve. Para ele, o comprimento ideal parece ser o mesmo que uma pessoa usaria para um título apropriado para descrever o que o leitor espera encontrar.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Os links de título são essenciais para dar aos usuários uma visão rápida do conteúdo de um resultado e por que ele é relevante para a consulta”, disse John Mueller, conforme reportagem do <a href="https://www.searchenginejournal.com/google-bolded-text-can-help-your-seo/427044/#close">Search Engine Journa</a>l.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-12-09T19:35:03+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:36+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[PL das Fake News amplia obrigações das big techs]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/12/02/pl-das-fake-news-amplia-obrigacoes-das-big-techs.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-ef4b-7214-a5d1-8327fc548106</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Está tramitando na Câmara dos Deputados a proposta de projeto de lei para combater as Fake News no Brasil, conhecida como PL das Fake News. O texto, ainda em análise e passível de alteração, prevê amp...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Está tramitando na Câmara dos Deputados a proposta de projeto de lei para combater as Fake News no Brasil, conhecida como PL das Fake News. O texto, ainda em análise e passível de alteração, prevê ampliar as obrigações das gigantes da tecnologia para aumentar o combate às Fake News, além de remunerar jornais pelo uso de notícias nas redes sociais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
<!--more-->
<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2256735">Projeto de Lei 2630/20</a> busca aperfeiçoar a legislação brasileira referente à liberdade, à responsabilidade e à transparência na internet. As regras serão aplicadas diretamente aos provedores de redes sociais, ferramentas de busca e de mensagens instantâneas. Empresas</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>brasileiras ou sediadas no exterior, cujo número de usuários registrados no País seja superior a 10 milhões, serão afetadas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Combate às Fake News</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O texto da proposta propõe que as empresas tenham maior domínio sobre o conteúdo compartilhado e, principalmente, sobre os usuários que façam uso de publicidade <a href="https://blog.dothnews.com.br/noticias-falsas-no-foco-de-acoes-do-google-e-twitter/">nas redes sociais</a>. Serviços de mensagens instantâneas, como WhatsApp e Telegram, devem criar meios para impedir a distribuição massiva de conteúdos e mídias e encaminhamentos de mensagens para múltiplos destinatários. Bem como, identificar os usuários em atividades suspeitas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As chamadas big techs deverão produzir relatórios semestrais de transparência. Disponíveis on-line, devem informar sobre procedimentos e decisões relativas à intervenção ativa de contas e conteúdos gerados por terceiros. Dados como o número total de usuários ativos, medidas aplicadas a contas e conteúdos, números de alcance e regras e diretrizes devem estar claros. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Publicidade controlada</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em caso de impulsionamento de conteúdo nas redes sociais de cunho político, o usuário deve ser informado sobre partido, valores pagos e tudo que se refira ao candidato e sua atuação. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Detentores de cargos eletivos, além de magistrados, membros do Ministério Público, membros das Forças Armadas e militares dos Estados, ficam impedidos de pagar por conteúdos em redes sociais. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Penalidades</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O PL das Fake News prevê ainda penalidades para quem descumprir a legislação brasileira. As sanções vão desde advertência até multa e prisão. A pena estipulada para quem dissemina fake news, por exemplo, é de um a três anos de prisão. Além de multa, caso as mensagens causem dano à integridade física das pessoas ou comprometam o processo eleitoral. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O texto também traz regras mais rigorosas para encaminhamento de mensagens a múltiplos usuários e proíbe monetização de perfis de políticos. O montante arrecadado com multas deve ser encaminhado para o Ministério da Educação, para aplicação em medidas educativas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-12-02T22:25:42+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:37+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Otimize seu texto com trechos em negrito]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/11/25/otimize-seu-texto-com-trechos-em-negrito.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-eefc-7297-8fa3-ed1de683c8f0</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Você sabia que deixar palavras ou trechos em negrito em seu texto pode ajudar no SEO? Recentemente, um analista sênior de tendências do Google afirmou em um bate papo sobre pesquisa, que o uso de trec...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Você sabia que deixar palavras ou trechos em negrito em seu texto pode ajudar no SEO? Recentemente, um analista sênior de tendências do Google afirmou em um bate papo sobre pesquisa, que o uso de trechos em negrito pode ajudar o buscador a identificar aquele texto como importante.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
<!--more-->
<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A afirmação sobre o negrito em texto foi feita por John Mueller, que é analista sênior de tendências para webmasters do Google. Durante o hangout do horário comercial da Central de pesquisa do Google, gravado em 12 de novembro de 2021, ele falou sobre o assunto, que foi repercutido pelo <a href="https://www.searchenginejournal.com/google-bolded-text-can-help-your-seo/427044/#close">Search Engine Journa</a>l.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Qual a maneira correta?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O representante do Google afirmou que texto com trechos em negrito pode agregar valor extra a uma página, no que se refere às buscas na web. De acordo com ele, os rastreadores do Google procuram texto em negrito ou itálico na tentativa de entender o que é importante nessa página.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os modelos de pesquisa permitem que o Google consiga descobrir o que é importante sozinho, mas o texto em negrito torna a mensagem mais clara. Ou seja, trechos em negrito dão uma mãozinha ao buscador.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“Geralmente tentamos entender sobre o que é o conteúdo de uma página da web e examinamos coisas diferentes para tentar descobrir o que realmente está sendo enfatizado aqui, e isso inclui coisas como títulos em uma página”, disse ele durante o bate papo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Como não se deve usar o negrito</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Apesar de oficialmente o negrito ajudar um texto a subir posições no Google, é necessário que este recurso seja utilizado com estratégia. Por isso, pode ser usado em negrito as palavras-chaves ou o trecho mais importante e explicativo do texto. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Não basta o negrito, pois o conteúdo deve ser relevante. Importante nunca esquecer que o principal algoritmo do Google para textos na web é a relevância. Dessa forma, num texto bem explicativo, o negrito ajuda.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Outra coisa que não adianta de nada é deixar todo o texto em negrito. É uma decisão equivocada achar que o Google vai pensar que a página é a mais importante por causa disso. A verdade é que, se tudo está em negrito, para o Google, nada está em negrito.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>SEO em textos</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As técnicas de otimização de textos para ganhar visibilidade no Google são estratégias do marketing digital, mas podem e devem ser incorporadas ao jornalismo. Os recursos de SEO em notícias auxiliam no ranqueamento no buscador mais usado no mundo e refletem no número de acessos e visualizações. <a href="https://blog.dothnews.com.br/seo-em-noticias-aumenta-acessos/">Saiba mais aqui. </a></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-11-25T16:17:22+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:37+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Google atualiza práticas de SEO para vídeos]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/11/12/google-atualiza-praticas-de-seo-para-videos.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-ef32-7320-83be-33b6717e0714</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Os vídeos estão em alta quando o quesito é produção de conteúdo. Provavelmente, seguindo a tendência, o Google atualizou seu documento de ajuda de práticas recomendadas de SEO para vídeos. Quanto mais...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Os vídeos estão em alta quando o quesito é produção de conteúdo. Provavelmente, seguindo a tendência, o Google atualizou seu documento de ajuda de práticas recomendadas<a href="https://blog.dothnews.com.br/seo-em-noticias-aumenta-acessos/"> de SEO para vídeos</a>. Quanto mais destaque e mais fácil a busca, melhor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
<!--more-->
<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O documento descreve como você pode ajudar o Google a encontrar seus vídeos e está disponível online. De acordo com o buscador, a principal exigência é de que o vídeo esteja em uma página pública da web, onde os usuários possam assisti-los de maneira fácil e gratuita. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na prática, isso significa que é necessário repensar a produção de conteúdo em vídeo apenas para redes sociais, como Facebook, Instagram e Tik Tok. Apesar de gerar grande número de visualizações e interações, estes vídeos não são passíveis de serem encontrados no Google. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Boas práticas</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>E<a href="https://developers.google.com/search/docs/advanced/guidelines/video#live-badge">m sua página dedicada a auxiliar sobre SEO para vídeos</a>, o Google é detalhista em especificar as condições ideais para um vídeo ser rankeado. Entre as boas práticas está o uso de uma tag HTML adequada e se certificar de que a página onde o vídeo se encontra não está bloqueada.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A página onde está o vídeo também não pode exigir ações complexas do usuário ou fragmentos de URL específicos para carregar. Isso pode impedir que o Google encontre o vídeo. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Plataformas de terceiros, como Youtube, Vimeo e até o Facebook, podem ser usadas para que o Google indexe o vídeo nas buscas. Mas é importante verificar se é possível buscar o arquivo de conteúdo em vídeo, além de incluir sitemaps de vídeos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Detalhes importantes</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Algo que pode ajudar o SEO para vídeo é destacar momentos importantes para quem for assistir. O Google seleciona alguns segundos do vídeo para exibir a visualização em movimento e assim, os usuários entenderem melhor o que vão encontrar. É possível definir quais serão esses momentos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em caso de vídeos em tempo real é possível ativar o indicador vermelho que avisa sobre o ao vivo. Também faz sentido adicionar o título do vídeo, a descrição e até a transcrição do vídeo na página.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-11-12T20:34:08+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:37+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Transformação digital para jornais]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/11/05/transformacao-digital-para-jornais.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-ef2d-735a-8d85-15c18f243b4e</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Encontrar modelos de negócio rentáveis é um grande desafio atual da imprensa. E, para acelerar a transformação digital de revistas e jornais brasileiros, um novo programa vai capacitar instituições br...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Encontrar modelos de negócio rentáveis é um grande desafio atual da imprensa. E, para acelerar a transformação digital de revistas e jornais brasileiros, um novo programa vai capacitar  instituições brasileiras até 2022.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
<!--more-->
<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O programa é uma parceria ANER (Associação Nacional de Editores de Revistas), ANJ (Associação Nacional de Jornais)   em parceria com o International Center for Journalists (ICFJ) e o Facebook Journalism Project. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A ideia é ajudar os veículos de notícias na transformação digital, por meio de treinamentos específicos, que incluem melhores práticas de monetização. Profissionais internacionais reconhecidos em suas áreas vão participar por meio de mentorias e um fundo de inovação para desenvolvimento de projetos a participantes selecionados.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Treinamento e temas</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A primeira fase do programa é de treinamentos que serão realizados de forma virtual e em inglês, com tradução simultânea. Especialistas vão ministrar aulas sobre tópicos relacionados ao ecossistema de jornais e revistas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os temas estão:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li>Novas plataformas para produção jornalística  </li><li>Domínio das plataformas de vídeo e distribuição </li><li>Experiência em dispositivos móveis </li><li>Engajamento e desenvolvimento da audiência </li><li>Monetização e modelos de receita </li><li>Novos modelos de trabalho nas redações  <br> </li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Recompensas</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Após concluírem o treinamento, os  interessados poderão se inscrever para a fase de mentoria, e concorrer a um fundo de até 15 mil dólares. O valor será concedido aos veículos selecionados que se propuserem a desenvolver um projeto, um produto ou a revisão de um processo. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os selecionados também receberão mentorias e orientação personalizadas semanais com especialistas na área durante três meses. A fase de mentoria e distribuição dos fundos será em 2022.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Como rentabilizar sites de notícias</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Apesar de uma profissão ligada diretamente à ética e imparcialidade, o jornalismo também é fonte de recursos financeiros. Sites de notícias podem ser rentáveis mantendo a credibilidade e valores morais e há várias formas para isso. <a href="https://blog.dothnews.com.br/como-ganhar-dinheiro-com-site-de-noticias/">Saiba como ganhar dinheiro com site de notícias.</a> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O modelo de negócio de sites de notícias tem sido questionado há alguns anos, com empresários e <a href="https://blog.dothnews.com.br/e-possivel-ganhar-dinheiro-com-noticias-no-google/">jornalistas buscando alternativas</a> viáveis e independentes para se manter economicamente. Estar atrelado a apenas uma ou duas fontes de recurso pode inviabilizar o negócio ou comprometer a credibilidade da empresa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-11-05T18:15:44+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:37+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Notícias falsas no foco de ações do Google e Twitter]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/10/29/noticias-falsas-no-foco-de-acoes-do-google-e-twitter.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-ef10-7221-ac6b-baa1dcfb9f31</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Plataformas digitais estão se movendo para combater as notícias falsas e assim, reverter a má fama. Recentemente, o Google e o Twitter anunciaram a criação de recursos que vão auxiliar os usuários a i...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Plataformas digitais estão se movendo para combater as notícias falsas e assim, reverter a má fama. Recentemente, o Google e o Twitter anunciaram a criação de recursos que vão auxiliar os usuários a identificar notícias falsas. Longe de ser proativo, as ações vêm para defender as empresas diante de acusações contrárias.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
<!--more-->
<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Estudo realizado pela Universidade de Oxford no ano passado, aponta o Google Ads como grande financiador dos sites de notícias falsas. Mais de 60% desses sites obtêm recursos através dos anúncios do Google. Enquanto que entre os portais de jornalismo profissional, o índice dos que utilizam o recurso é menor, de 59%. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mitos e Fatos do Google</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Google iniciou 2021 colocando no ar uma nova página. A Mitos e Fatos sobre desinformação reúne explicações sobre o que a gigante da tecnologia faz para combater notícias falsas. Também usa o espaço para desmentir boatos sobre a atuação da empresa em relação às notícias. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Cinco mitos sobre a atuação do Google são explicados. Entre eles, explica que a plataforma não tem capacidade de remover todas notícias falsas da internet. Também fala sobre a transparência, algoritmos e a remuneração por notícias de veículos de jornalismo. Mais do que produzir um conteúdo sobre o tema, a empresa tenta se defender na página.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Youtube, que pertence ao Google, já adotou a estratégia com página lançada em outubro de 2020. O espaço é dedicado também a desmentir mitos e explicar fatos de como a empresa se comporta em relação a desinformação. Ainda explica sobre a política de entrega de conteúdos, respeitando a liberdade de expressão e a diversidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Checagem de fatos no Twitter</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <a href="https://twitter.com/">Twitter</a> lançou em janeiro deste ano um projeto piloto chamado Birdwatch para identificar notícias falsas. A ideia é de que os próprios usuários possam classificar as notícias compartilhadas na rede social.  Por enquanto as notas estão disponíveis apenas no programa, mas devem chegar aos tweets futuramente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em fase de testes nos Estados Unidos, o projeto ainda não tem previsão para chegar ao Brasil e deve ser aprimorado. O Twitter afirma que tem feito entrevistas e unido o digital com ciências sociais e pesquisas para criar um ambiente confiável e útil. Apesar de confusa e bem no início, a empresa afirma que quer combater as notícias falsas e não só agir diante de problemas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Combate às notícias falsas </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://blog.dothnews.com.br/como-o-jornalismo-pode-combater-as-fake-news/">As redes sociais estão cada vez mais sendo cobradas para combater as notícias falsas</a>. Autoridades e a sociedade em geral pedem por ações efetivas, principalmente em casos de grande repercussão. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre eles, neste ano o Twitter baniu de sua rede o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A rede social alegou “risco de incitação a violência” para o ato, na mesma semana em que admitiu ter servido de palco de informação dos invasores ao Congresso norte-americano.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Por sua vez, o Google informou que em 2019 encerrou mais de 1,2 milhão de contas de veículos que violavam sua política. Também afirma ter retirado anúncios de 21 milhões de páginas em 2019. Mesmo assim, a empresa é apontada por financiar sites de notícias falsas por meio de anúncios, conforme pesquisa da Oxford. </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-10-29T20:47:39+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:37+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Conheça o formato Berliner para impresso]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/10/22/conheca-o-formato-berliner-para-impresso.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Sites de notícias dominam o mercado atual de jornalismo, mas jornais impressos de veículos tradicionais ainda resistem. Diferentes da versão online, o impresso entrega aos leitores reportagens menos f...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Sites de notícias dominam o mercado atual de jornalismo, mas jornais impressos de veículos tradicionais ainda resistem. Diferentes da versão online, o impresso entrega aos leitores reportagens menos factuais e mais elaboradas. Para otimizar a experiência do leitor, o formato Berliner tem ganhado espaço em grandes países e no Brasil.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
<!--more-->
<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No Brasil dois formatos são os principais utilizados por impressos. O standard é o mais popular e característico por ser grande, onde é possível até se esconder atrás do jornal, típico formato dos jornais que dobra no meio e muito representado em filmes. O outro formato é o tabloide, bem menor, de leitura fácil, usado por veículos com tendências mais sensacionalistas e também na promoção de produtos de supermercados.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Diferenciais do Berliner</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O formato Berliner surgiu na Alemanha no século 20, como um meio termo entre o standard e o tabloide. Seu tamanho intermediário é mais fácil de manusear, tendo 31,5 cm por 47 cm, mantém o formato standart, mas mais moderno e prático para os leitores.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No Brasil, o formato tabloide está associado a jornais de cunho mais sensacionalistas. Pois é geralmente o modelo utilizado por veículos que costumam expor notícias mais violentas e apelativas. O standard apesar do conceito de credibilidade, costuma ser grande e difícil de ler, o que faz com que o formato Berliner desponte pela facilidade e modernidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Estadão adota modelo após 146 anos</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em 17 de outubro de 2021 o <a href="http://m.acervo.estadao.com.br/noticias/acervo,conheca-as-inovacoes-e-mudancas-de-formato-do-estadao-desde-1875,70003870371,0.htm">Estadão decidiu mudar seu jornal impress</a>o e adotar o formato Berliner. O veículo, um dos maiores do país, afirma que tomou a decisão após um longo período de pesquisas e consultorias. A  mudança tornará o jornal mais moderno, mantendo a credibilidade de seus quase 150 anos na ativa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em seu site, o jornal afirmou que além do formato da edição impressa, revisou o conteúdo. Dessa forma, passa a entregar ao leitor um jornal com mais variedade de conteúdo e foco em editorias importantes, como política. Ressalta ainda seu compromisso com a seriedade do jornalismo. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Impressos internacionais que aderiram</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Por inovação ou economia de papel, vários jornais de todo o mundo aderiram ao formato Berliner. No início o formato começou a ser utilizado pelos suecos em suplementos, como gastronomia, turismo e cultura. Em 2005, o britânico Guardian adotou o formato e foi seguido por outros jornais locais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>França, Itália e Portugal também aderiram ao formato Berliner, com os veículos  Le Monde,  Le Figaro, La Stampa, La Repubblica e o Expresso. Hoje o formato também é adotado na Coreia do Sul, pelo diário JoongAng Ilbo, e pelo principal jornal de língua inglesa dos Emirados Árabes, o Gulf News.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na América Latina, o jornal El Comercio, de Lima, mudou para o germânico recentemente, assim como o La Nación, da Argentina, e os chilenos La Tercera e El Mercurio.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-10-22T18:27:29+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:36+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Projeto quer taxa de até 5% para plataformas digitais]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/10/07/projeto-quer-taxa-de-ate-5-para-plataformas-digitais.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Um ano após o início da elaboração da proposta, a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) apresentou uma proposta para taxar plataformas digitais, pelo uso de notícias jornalísticas. Assim como vem...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Um ano após o início da elaboração da proposta, a<a href="https://fenaj.org.br/"> Fenaj </a>(Federação Nacional dos Jornalistas) apresentou uma proposta para taxar plataformas digitais, pelo uso de notícias jornalísticas. Assim como vem acontecendo em outros países, o Brasil quer que gigantes, como Google e Facebook, paguem pelo uso das notícias.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
<!--more-->
<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em todo o mundo, há uma movimentação para diminuir o domínio de mercado das plataformas digitais. A ideia é reverter a arrecadação para um Fundo de Apoio e Fomento ao Jornalismo, de maneira que incentive a produção de jornalismo independente e dê oportunidade a outros segmentos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Proposta</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <a href="https://blog.dothnews.com.br/fenaj-prepara-projeto-para-taxar-plataformas-digitais/">projeto para taxar plataformas digitais </a>apresentado propõe a criação de uma taxa progressiva, a partir de uma CIDE (Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico) digital. A cobrança seria de 0,5% e 5% em função do porte da empresa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Aquelas com faturamento de até R$30 milhões serão taxadas em 0,5%, acima desse valor e até R$150 milhões, em 1%; até R$300 milhões em 3% e superior em 5%. “Entendemos que a CIDE Digital seria uma forma de justiça fiscal”, afirmou a presidente da Fenaj, Maria José Braga.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Faturamento e cobrança</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As cinco principais plataformas digitais do mundo faturaram US$ 889 bilhões no ano de 2019, valor que representa 48,8% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. São elas: Google, Amazon, Apple, Facebook e Microsoft.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A federação dos jornalistas defende que a categoria não precisa aceitar ser submetida à lógica de avaliação por métricas de consumo, pois tal padrão visa a quantificação de acessos e empobrece a qualidade dos conteúdos. A ideia de taxar plataformas digitais vem para evitar a precarização do trabalho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Fundo de apoio</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Fenaj quer que o Fundo de Apoio e Fomento ao Jornalismo tenha gestão pública e estimule novas iniciativas, principalmente onde o jornalismo não chega. “Temos no Brasil cerca de 4 mil municípios onde não há veículos de imprensa e chamamos de desertos de notícias”, afirma a presidente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para sua gestão, a proposta prevê a criação de um Conselho Diretor que contará com a participação de representantes do governo, da categoria dos jornalistas, do setor acadêmico, das empresas do setor e da sociedade civil.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O fundo deverá apoiar projetos e atividades que abordem temas e segmentos como interiorização, mulheres, negras/os e indígenas, LGBTQIA+, jovens jornalistas, produções independentes, jornalismo inclusivo, como pessoas com baixa visão, cegueira e surdez e capacitação técnica para produção jornalística. </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-10-07T20:34:57+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:37+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Google Pinpoint: ferramenta para jornalismo investigativo]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/10/01/google-pinpoint-ferramenta-para-jornalismo-investigativo.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-eef2-7340-bdeb-6ac5fb203cab</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Investigações jornalísticas exigem tempo e disposição dos repórteres, que precisam ler muito conteúdo, fazer várias pesquisas e entrevistas, na busca pela informação. Para facilitar a rotina desses pr...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Investigações jornalísticas exigem tempo e disposição dos repórteres, que precisam ler muito conteúdo, fazer várias pesquisas e entrevistas, na busca pela informação. Para facilitar a rotina desses profissionais, o maior buscador do mundo lançou o Google Pinpoint, que  agiliza a triagem de dados de pesquisas jornalísticas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
<!--more-->
<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O acesso à ferramenta é gratuito e exige apenas uma conta Google. No primeiro acesso o usuário terá de solicitar a participação, como única restrição imposta pelo buscador. Depois disso é só usar o<a href="https://journaliststudio.google.com/pinpoint/about"> Google Pinpoint </a>para subir arquivos na nuvem, fazer buscas avançadas e até transcrever áudios automaticamente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Diferenciais</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Google Pinpoint tem como slogan “Desbloquear histórias escondidas”, dando a oportunidade de explorar e analisar grandes coleções de documentos. A principal proposta da ferramenta é facilitar a busca em diversos documentos, que podem ser manuscritos, imagens, arquivos de e-mail, PDFs entre outros.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A ferramenta identifica os arquivos digitais e os assimila e estruturados automaticamente pela plataforma. É uma forma inteligente de localizar as informações que o jornalista precisa, em diversos materiais e apresentando os resultados mais interessantes, independente do formato em que estiver. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Outro diferencial é que o Google Pinpoint pode transcrever arquivos de áudio e então fazer a busca neles. Economia de tempo precioso para o jornalista investigativo que passa horas decupando áudios ou fazendo busca.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Banco de dados extenso</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além da possibilidade de criar uma pasta de arquivos privativa, ou compartilhada apenas com contatos selecionados, o Google Pinpoint oferece a oportunidade para que jornalistas tenham acesso a bancos de dados extensos e importantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os usuários da ferramenta poderão acessar pastas de conteúdos de grandes veículos jornalísticos como The New York Times e The Guardian. Além disso, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) irá publicar mensalmente duas grandes coletâneas de documentos de interesse público para exame dos usuários.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Há ainda o Mapa de Informações do Google, que é o banco de dados do buscador. São bilhões de fatos sobre pessoas, lugares e coisas, que norteiam as respostas das buscas. Esses dados são checados e corrigidos conforme necessidade. Para o Google, fornecer essas informações aos jornalistas também contribui para o jornalismo sério e o combate às Fake News.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Ajuda para jornalistas</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O  Google Pinpoint integra o  Journalist Studio, suíte de aplicações da G<a href="https://blog.dothnews.com.br/20-ferramentas-do-google-para-ajudar-jornalistas/">oogle News Initiative</a>. O GNI reúne diversas ferramentas, como programas e treinamentos para jornalistas oferecidos pelo Google. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em nota, a gigante da tecnologia disse que o Pinpoint foi disponibilizado para otimizar a rotina nas redações e o tempo dos profissionais de imprensa, reduzindo o período utilizado na consulta a grandes volumes de conteúdos. Dessa forma, contribui para  encontrar boas histórias e construir as melhores narrativas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-10-01T12:28:33+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:36+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Como ganhar dinheiro com site de notícias]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/09/23/como-ganhar-dinheiro-com-site-de-noticias.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-ef28-70ca-871d-8b91ba8b7217</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Apesar de uma profissão ligada diretamente à ética e imparcialidade, o jornalismo também é fonte de recursos financeiros. Sites de notícias podem ser rentáveis mantendo a credibilidade e valores morai...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Apesar de uma profissão ligada diretamente à ética e imparcialidade, o jornalismo também é fonte de recursos financeiros. Sites de notícias podem ser rentáveis mantendo a credibilidade e valores morais e há várias formas para isso. Saiba como ganhar dinheiro com site de notícias.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
<!--more-->
<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O modelo de negócio de sites de notícias tem sido questionado há alguns anos, com empresários e <a href="https://blog.dothnews.com.br/e-possivel-ganhar-dinheiro-com-noticias-no-google/">jornalistas buscando alternativas</a> viáveis e independentes para se manter economicamente. Estar atrelado a apenas uma ou duas fontes de recurso pode inviabilizar o negócio ou comprometer a credibilidade da empresa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Veja formas de ganhar dinheiro com site de notícias:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Informe publicitário</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://blog.dothnews.com.br/informe-publicitario-alternativa-para-rentabilizar-seu-site/">O informe publicitário aparece como uma forma interessante para rentabilizar sites de notícias.</a> O jornal oferece uma matéria jornalística publicada em espaço de destaque por determinado período, geralmente 24 horas, por um valor tabelado. A empresa contratante pode encaminhar o texto e fotos prontos, ou contratar este serviço do próprio site, que pode oferecer sua equipe de repórter e fotógrafo para produzir o conteúdo desejado. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No segundo caso, o valor sobe mas continua com a garantia que o informe publicitário terá o conteúdo exigido e aprovado pelo cliente. Porém, os jornalistas podem ajudar a direcionar com a melhor estratégia para o material.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Anúncios</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A comercialização de espaços para anúncios de empresas privadas ou órgãos públicos é o modelo mais antigo de monetização de sites de notícias. Há várias maneiras de se fazer isso, a mais tradicional é quando o comercial do site negocia espaços específicos e por valores padronizados. O valor a ser pago depende, geralmente, do tamanho do anúncio e do local em que ficará disposto no site.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com o avanço da tecnologia, foram criadas ferramentas que facilitam a comercialização e a veiculação dos anúncios. O Google AdSense é um exemplo, onde os sites de notícias se cadastram para exibir anúncios em texto, imagens e vídeos e a monetização é baseada na quantidade de cliques ou de visualizações. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Esta é uma maneira bem simples e que exige pouco esforço do site, que deve priorizar a criação de conteúdos relevantes para atrair a atenção do público e aumentar a audiência.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Google</strong> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>E como ganhar dinheiro com site de notícias por meio do Google? Não há uma regra ou lei brasileira que estabeleça o pagamento por notícias que o Google usa no buscador, porém existem acordos vigentes em alguns países. Também está em vigor um programa que remunera jornais e aumenta a visibilidade deles nas buscas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://blog.dothnews.com.br/e-possivel-ganhar-dinheiro-com-noticias-no-google/">Saiba mais sobre se é possível ganhar dinheiro com o Google</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-09-23T19:03:17+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:37+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Informe publicitário: alternativa para rentabilizar seu site]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/09/16/informe-publicitario-alternativa-para-rentabilizar-seu-site.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-ef29-729e-983c-9117b63e9ac6</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[O informe publicitário tem despontado como uma maneira de sites de notícias aumentarem o faturamento do negócio. É uma maneira séria, prática e eficaz para ambas as partes, dando resultados rápidos pa...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>O informe publicitário tem despontado como uma maneira de sites de notícias aumentarem o faturamento do negócio. É uma maneira séria, prática e eficaz para ambas as partes, dando resultados rápidos para o site e o contratante. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
<!--more-->
<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Um informe publicitário é basicamente uma reportagem publicada como uma matéria normal, só que paga por um cliente. Neste caso o contratante escolhe qual o gancho, o conteúdo em texto e as fotos que serão publicadas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Faturamento para sites</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O modelo de negócio de sites de notícias tem sido questionado há alguns anos, com empresários e <a href="https://blog.dothnews.com.br/e-possivel-ganhar-dinheiro-com-noticias-no-google/">jornalistas buscando alternativas</a> mais viáveis e independentes para se manter economicamente. Isso acontece porque o modelo tradicional de venda de banners nem sempre é rentável  suficiente para manter o funcionamento pleno do negócio. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além disso, alguns contratos com entidades públicas, por exemplo, acabam amarrando editorialmente o jornal. Tais recursos geram consequências, por vezes graves, aos sites de notícias. Podendo principalmente abalar a credibilidade do jornal, quando há posicionamento partidário do site.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Assim, o informe publicitário aparece como uma forma interessante para rentabilizar sites de notícias. O jornal oferece uma matéria jornalística publicada em espaço de destaque por determinado período, geralmente 24 horas, por um valor tabelado. A empresa contratante pode encaminhar o texto e fotos prontos, ou contratar este serviço do próprio site, que pode oferecer sua equipe de repórter e fotógrafo para produzir o conteúdo desejado. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No segundo caso, o valor sobe mas continua com a garantia que o informe publicitário terá o conteúdo exigido e aprovado pelo cliente. Porém, os jornalistas podem ajudar a direcionar com a melhor estratégia para o material.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Benefício para empresas</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Assim como para sites, o informe publicitário gera diversos benefícios para as empresas que contratam. Quando publicados em sites de notícias têm o benefício da audiência estando no destaque por tempo determinado, mas com a vantagem de permanecerem nas buscas do site para sempre.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>É claro que para aumentar o resultado da publicação o contratante precisa se atentar para alguns detalhes. O primeiro é verificar se seu público de clientes é o mesmo do site de notícias escolhido para fazer o informe, pois caso os públicos sejam diferentes pode não haver o resultado desejado de cliques e audiência.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Outra estratégia é aproveitar ao máximo o espaço, com um texto que chame a atenção e convide o cliente para a ação. Não deixe de usar o espaço para divulgar links para site e redes sociais da empresa. Quando bem definido estrategicamente, o informe publicitário pode render muitos acessos ao site e consequentemente impactar nas vendas da empresa contratante.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-09-16T13:18:49+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:37+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Conteúdo nacional ou segmentado: qual escolher?]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/09/10/conteudo-nacional-ou-segmentado-qual-escolher.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-eec4-7383-99a1-a45d130250a6</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Muitos sites de notícias, principalmente os mais novos, ainda convivem com essa dúvida. Optar por noticiar conteúdo nacional ou segmentado, com foco na cidade e região onde está inserido? É certo que...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Muitos sites de notícias, principalmente os mais novos, ainda convivem com essa dúvida. Optar por noticiar conteúdo nacional ou segmentado, com foco na cidade e região onde está inserido? É certo que para oferecer um bom leque de notícias regionais é necessário uma equipe de jornalistas estruturada. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Dessa forma, a opção de investir em conteúdo nacional passa a ser uma alternativa viável para aqueles sites pequenos, com pouco recurso e estrutura. Quando bem trabalhado, com estratégia e a ajuda das redes sociais, o conteúdo nacional tem potencial para alavancar os acessos do site de notícias.</p>
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<p><strong>Quando o conteúdo nacional é boa opção?</strong></p>
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<p>Fatos inéditos, de extrema relevância ou mesmo curiosos, podem ser bons conteúdos para sites em início de carreira. Por mais que não gerem a sensação de proximidade e pertencimento no público, esse tipo de conteúdo desperta a curiosidade, que leva à leitura, comentário, compartilhamento e claro, aumento nos acessos do site.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Esse tipo de conteúdo funciona, mas quando há estratégia. Além disso, é necessário que haja muito cuidado na hora de compartilhar notícias de terceiros. É importante estar atento aos créditos de texto e imagem para evitar casos de plágio e processos judiciais, ou optar por sites institucionais como a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/">Agência Brasil</a>. </p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Critério de proximidade</strong></p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>A segmentação de conteúdo e público é uma tendência, principalmente conforme o site de notícias cresce e passa a ter condições de estruturar melhor a equipe. Principalmente por atender ao conceito de proximidade, quando a notícia interessa o leitor por causar pertencimento nele.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Sites com abrangência regional, em estados ou municípios, se destacam por noticiar informações pertinentes a um público específico. A escolha das pautas deve considerar o tamanho da cidade, o público que o site atinge e a relevância. Se a cidade é menor, é mais fácil ter notícias de interesse, mas se a cidade é grande os editores vão precisar definir a linha editorial.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Quando o público-alvo está consolidado é importante que o site aposte em notícias em tempo real, como forma de manter a audiência com relevância e qualidade. Por exemplo, um incêndio de grandes proporções, uma manifestação que fecha vias importantes ou mesmo uma decisão política relevante, são situações que geram grande interesse local. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p><strong>Cuidado com o plágio</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Copiar conteúdo produzido por terceiros e assinar como seu ou apenas omitir o autor é uma <a href="https://blog.dothnews.com.br/plagio-no-jornalismo-imoral-e-crime/">prática chamada de plágio</a>. Acontece sempre que alguém se apropria indevidamente da obra intelectual de outra pessoa. O plágio no jornalismo é um assunto grave, recorrente e passível de punição.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> É preciso estar atento para não sucumbir a tentação do CRTL + C e CRTL + V. A prática além de imoral é considerada crime por meio da Lei dos Direitos Autorais, n° 9.610/1988. Uma maneira simples de evitar este problema é citar a fonte de onde o conteúdo foi retirado, mas sempre se atentando para as regras de cada portal.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-09-10T14:39:55+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:36+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Pesquisa quer mapear o perfil do jornalista brasileiro]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/08/27/pesquisa-quer-mapear-o-perfil-do-jornalista-brasileiro.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Mapear o perfil do jornalista brasileiro em 2021. Esse é o objetivo de uma pesquisa nacional que está sendo realizada pela Rede de Estudos sobre Trabalho e Identidade dos Jornalistas, vinculada à Asso...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Mapear o perfil do jornalista brasileiro em 2021. Esse é o objetivo de uma pesquisa nacional que está sendo realizada pela  Rede de Estudos sobre Trabalho e Identidade dos Jornalistas, vinculada à Associação Nacional dos Pesquisadores em Jornalismo (SBPJOR).  O questionário de perguntas está disponível online e pode ser respondido por qualquer profissional da área.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<!-- wp:paragraph -->
<p>A ideia é atualizar uma pesquisa sobre o perfil do jornalista brasileiro realizada em 2012, mas também saber sobre condições de trabalho, satisfação pessoal e a atuação durante a pandemia. É uma pesquisa atual e que pode render um bom mapeamento de dados sobre a profissão, por isso, é importante um número considerável de respostas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na pesquisa de 2012 foi feito um panorama sobre as  principais áreas de atuação dos jornalistas do país, com 2.731 respostas válidas. Desta vez, com maior acesso a internet e ampliação da profissão, são abordadas questões demográficas, sobre representação social e política, condições de trabalho e de saúde.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para responder o questionário, basta acessar <a href="https://www.surveymonkey.com/r/perfiljornalista">o link</a>. O público-alvo são jornalistas profissionais que trabalham em três segmentos na mídia, fora da mídia e docência, em todas as regiões do país.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Debate sobre importância da pesquisa</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O lançamento da pesquisa sobre o perfil do jornalista brasileiro contou com uma live que reuniu profissionais representantes das nove entidades nacionais da área. O intuito foi debater a importância da realização da pesquisa para a defesa e fortalecimento do jornalismo e da profissão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Samuel Pantoja Lima, professor de jornalismo da UFSC, conduziu a live que ouviu diversos profissionais da área e está <a href="https://www.youtube.com/watch?v=qVbAaAZwNzY">disponível no Youtube</a>. De acordo com ele, há uma grande equipe envolvida no levantamento dos dados e o objetivo é, de fato, traçar um perfil da realidade do profissional em diversas regiões do país.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Perfil em 2012</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Há nove anos a pesquisa mostrou que os jornalistas eram majoritariamente mulheres, brancas, solteiras e até 30 anos. Entre as características de trabalho, três em cada quatro tinham registro no Ministério do Trabalho, a maioria como jornalista profissional. E apenas um, em cada quatro, não havia feito estágio durante a universidade. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os profissionais que responderam a pesquisa na época estavam, em maioria, atuando diretamente com a mídia. Estes somaram 55%, enquanto que 40% disseram atuar fora da mídia, em assessoria de imprensa, por exemplo. E, apenas 5%, eram docentes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-08-27T21:18:18+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:37+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Google lança guia completo para startups de jornalismo]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/08/20/google-lanca-guia-completo-para-startups-de-jornalismo.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-eeea-703d-8b8b-08a9dab18c50</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[As startups de jornalismo, com conteúdo aprofundado e segmentado, são o futuro da profissão. O Google tem apostado nesse novo jeito de fazer jornalismo. E, para auxiliar na criação de negócios finance...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>As startups de jornalismo, com conteúdo aprofundado e segmentado, são o futuro da profissão. O Google tem apostado nesse novo jeito de fazer jornalismo. E, para auxiliar na criação de negócios financeiramente viáveis e jornalisticamente impactantes, lançou um Playbook para startups de jornalismo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<!-- wp:paragraph -->
<p>O<a href="https://newsinitiative.withgoogle.com/digital-growth/startups-playbook/pt/playbook/#playbook"> lançamento é uma iniciativa da Google News Initiative</a> e continua um trabalho iniciado em fevereiro de 2020, quando a empresa lançou um programa para apoiar startups de jornalismo. O programa selecionou startups de jornalismo brasileiras para participar do programa de imersão, com mentorias e treinamentos em todas as áreas do desenvolvimento do negócio.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Incentivo às startups</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Playbook contém seis capítulos e quatro guias básicos que foram produzidos em parcerias com empresas especializadas em startups de jornalismo. O acesso é gratuito e o conteúdo será atualizado conforme houver necessidade. O Google afirma que o objetivo é que o material sirva como um guia para quem quer ingressar na área.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Coordenadora da edição do Startup Lab da Google News Initiative no Brasil, Fabiana Zanni afirma que a proposta é oferecer um ponto de partida para empreendedores da área. Mas, o conteúdo vai além, sendo também uma grande fonte de contatos e de dicas de onde buscar mais informação. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>“É um ponto de partida para acessar uma série de referências, instituições que podem ser muito úteis. É um material muito rico, especialmente diante da falta de programas específicos de aceleração e programas de startups focados no jornalismo. Não é fácil encontrar literatura e referências", destaca ela.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Conteúdo profundo</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Como bem destacado pela coordenadora do Google, uma das principais dificuldades para quem quer ingressar na área de é a falta de conteúdo sobre o tema. Esse detalhe faz com que muitos empreendedores acabem perdendo tempo ou cometendo erros que poderiam ser evitados. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>É baseado nessa realidade que o Playbook do Google oferece nos capítulos desde a introdução às startups de jornalismo até a criação de um plano de negócio para a ideia. O documento ainda ajuda empresários a definir o problema que deve ser resolvido e como construir e elaborar o MVP (produto mínimo viável).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O material ainda inclui media kits, planos de negócios, exemplos de contratos para freelancers, templates para contratos publicitários e uma lista de políticas de independência editorial.  Quer saber mais sobre as startups de jornalismo existentes no Brasil? <a href="https://blog.dothnews.com.br/startups-de-jornalismo-e-a-construcao-de-uma-nova-era/">Então confira aqui.</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-08-20T15:09:51+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:36+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[Como adaptar seu site de notícias para celular]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/08/13/como-adaptar-seu-site-de-noticias-para-celular.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-ef1c-734e-bd6e-a14a9940377e</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[Há anos os celulares tem feito cada vez mais parte da rotina dos brasileiros. Mas, em 2020 com a pandemia de Covid-19, o tempo que passamos nele cresceu significativamente. E é claro que essa mudança...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>Há anos os celulares tem feito cada vez mais parte da rotina dos brasileiros. Mas, em 2020 com a pandemia de Covid-19, o tempo que passamos nele cresceu significativamente. E é claro que essa mudança influencia na forma como lemos notícias. Saiba como adaptar seu site de notícias para celular.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:more -->
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<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pesquisa divulgada pelo App Annie, mostra que em 2020 o brasileiro aumentou em uma hora a média de tempo que passa no celular. Eram 3,8 horas por dia em 2019, chegando a 4,8 horas por dia em 2020. O Brasil só perde pra Indonésia no ranking de países que mais passam tempo no celular.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com tanto tempo no celular, a forma como a população consome notícias também mudou. O jornalismo precisa se adaptar à nova realidade, que inclui textos mais curtos, objetivos e, principalmente, ter site de notícias para celular.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Responsivo</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ter um site que se adapta à leitura em celulares, computadores ou em tablets é algo básico para quem busca ter mais visibilidade e alcance. Essa adaptação significa q<a href="https://blog.dothnews.com.br/veja-4-motivos-para-ter-um-site-responsivo/">ue o site é responsivo, </a>ou seja, que ele pode ser acessado a partir de qualquer plataforma sem apresentar desconfigurações. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O site responsivo também colabora para o posicionamento no Google, que prioriza sites adaptáveis às diferentes plataformas. Ter um bom rankeamento no <a href="https://www.google.com/">Google </a>certamente garante mais visibilidade e acesso. O site responsivo também tem como característica a rapidez no carregamento em smartphones, situação que pode ganhar ou perder o leitor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Experiência do usuário</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2020 o Google anunciou que a partir deste ano, <a href="https://blog.dothnews.com.br/para-subir-no-google-paginas-deve-priorizar-experiencia-do-usuario/">a experiência do usuário seria fator decisivo para rankeamento de links</a>. Isso significa que sites precisam oferecer aos leitores um ambiente mais agradável para a navegação.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Google anunciou que a remoção da tecnologia Accelerated Mobile Pages (AMP) dos Top Stories para busca por celulares e as métricas de experiência de páginas também serão critério para posicionar as notícias durante a busca.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Porém, apesar de defender uma melhor performance dos sites em celulares, a qualidade do conteúdo segue sendo fator essencial no rankeamento. O buscador afirma que a boa experiência na página não substitui o conteúdo, que deve ser relevante e excelente. E, claro, atender as métricas já exigidas pelo Google. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mobile First</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Tudo o que foi apontado até agora, como sites responsivos e a experiência do usuário no Google, está enquadrado no conceito de Mobile First. Neste modelo se considera sempre a experiência do usuário ao navegar a partir de dispositivos móveis.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Mobile First não é novo, mas segue sendo importante. O foco dos projetos está na arquitetura e no desenvolvimento de sites para web no formato móvel primeiro. Vai além de um site simplesmente abrir em celulares, mas inclui que este seja o principal modelo a ser pensado. O modelo, as imagens a serem carregadas, a velocidade e também as redes sociais, são itens importantes no conceito de Mobile First. </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-08-13T18:58:41+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:37+00:00</updated>
        </entry>
            <entry>
            <title><![CDATA[É possível ganhar dinheiro com notícias no Google?]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://blog.dothnews.com.br/uncategorized/2021/08/05/e-possivel-ganhar-dinheiro-com-noticias-no-google.html" />
            <id>https://blog.dothnews.com.br/019fb8b0-ef24-7252-9f69-8c5a6318b8cd</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Priscilla Peres]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[A disputa entre jornais e o Google pelo pagamento de notícias segue acirrada e em proporção global. Conforme a pressão aumenta, o maior buscador do mundo se mexe para fechar acordos com os países e ev...]]>
            </summary>
            
                        <content type="html"><![CDATA[<!-- wp:paragraph -->
<p>A disputa entre jornais e o Google pelo pagamento de notícias segue acirrada e em proporção global. Conforme a pressão aumenta, o maior buscador do mundo se mexe para fechar acordos com os países e evitar mais problemas. Mas, a pergunta que fica é se é mesmo possível ganhar dinheiro com notícias no Google?</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<!-- /wp:more -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A resposta não é tão direta e fica no talvez. Isso porque não há uma regra ou lei que estabeleça o pagamento por notícias que o Google usa no buscador, porém existem acordos vigentes em alguns países. Também está em vigor um programa que remunera jornais e aumenta a visibilidade deles nas buscas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Google News Showcase</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Lançado no Brasil em outubro de 2020, o <a href="https://blog.dothnews.com.br/google-news-showcase-e-novidade-remunerada-para-jornais/">Google News Showcase </a>é um recurso lançado para amenizar as disputas pelo pagamento de notícias. Ele possibilita que os jornais participantes personalizem painéis chamados de Destaques, no Google News, sendo pagos por isso.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Apesar de anunciar investimento de US$ 1 bilhão em 200 veículos de seis países, no Brasil apenas 20 jornais foram contemplados. Ninguém divulga os valores pagos aos jornais, mas esta é uma maneira de ganhar dinheiro com notícias no Google.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Vale ressaltar que no contrato firmado com os veículos que aderiram ao Google News Showcase, há uma cláusula impedindo as empresas de cobrar possíveis reparações financeiras na justiça. Caso faça, o contrato é interrompido imediatamente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Acordos financeiros</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Após batalhas, no início de 2021 o grupo de imprensa News Corp, fechou um acordo de três anos com o Google para ser remunerado pelas notícias. O valor do acordo não foi divulgado, mas representa um importante ganho para o setor, considerando que abre precedente para que outros jornais ganhem dinheiro com notícias no Google.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No Brasil ainda não há nenhuma situação grave na Justiça para o pagamento de notícias. A <a href="https://fenaj.org.br/">Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ</a>) está propondo a criação de uma taxação especial às grandes plataformas digitais, através de uma Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (CIDE).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A CIDE teria uma variação gradual entre 0,5 e 5%, dependendo da receita bruta das empresas no Brasil: 0,5% para empresa com receita bruta até R$ 30 milhões; 1%, com receita até R$ 150 milhões; 3%, até R$ 300 milhões; e 5% para receita bruta acima de R$ 300 milhões de reais. Esses recursos devem ser aplicados integralmente em um fundo de fomento do jornalismo, atendendo princípios para ampliação da produção com pluralidade e diversidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Disputas judiciais </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A relação do Google com alguns países chegou a níveis mais tensos. Em 2020<a href="https://blog.dothnews.com.br/australia-pressiona-por-pagamento-de-noticias/"> a Austrália criou o Código de Negociação </a>para a Comunicação Social. Nada mais é do que uma lei que obriga as gigantes da tecnologia a pagarem pelas notícias. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Google pressionou no início bloqueando o serviço do buscador no país, porém cedeu a pressão. Fechou acordo com a empresa Nine Entertainment de 30 milhões de dólares, que fornecerá acesso às notícias produzidas, em diversos formatos. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Recentemente a briga esquentou na França, com a aplicação de uma multa de 500 milhões de euros ao Google, por não negociar o pagamento de notícias. De acordo com a França a multa decorre do descumprimento de uma decisão de 2020, que determinava a negociação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content>
                                    <category term="Uncategorized" />
                        <published>2021-08-05T18:15:35+00:00</published>
            <updated>2026-07-31T15:01:37+00:00</updated>
        </entry>
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